Comentários sobre: Colégio Pensi do Rio de Janeiro – Review completo https://otomodospais.com.br/blog/colegio-pensi-rj-review-completo/ Guias, artigos, dicas e posts para pais e mães Wed, 06 Dec 2023 01:09:48 +0000 hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 Por: Ivilson umbelino de lima https://otomodospais.com.br/blog/colegio-pensi-rj-review-completo/#comment-1564 Wed, 06 Dec 2023 01:09:48 +0000 https://otomodospais.com.br/blog/?p=2141#comment-1564 Boa noite
Gostaria de saber o valor da mensalidade do 7• ano.

Grato

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Por: Neylson https://otomodospais.com.br/blog/colegio-pensi-rj-review-completo/#comment-436 Fri, 12 May 2023 03:15:04 +0000 https://otomodospais.com.br/blog/?p=2141#comment-436 No início do ano, matriculei meu filho de apenas 6 anos, no PENSI Recreio II (*******) no turno da manhã do Primeiro Ano. Se arrependimento matasse, eu estaria morto.

Abaixo, venho relatar os abusos físico e psicológico que a criança passou por diferentes vezes na presença de diferentes professores, sem que nenhum tenha reagido feito ser humano e interrompido as covardias.

Por conta disso, retirei-o da escola, onde ele não pisará nunca mais, e eu não teria um mínimo de dignidade de pai se aceitasse dar mais um centavo que seja ao PENSI. Continue lendo, e você entenderá o porquê.

De início, um menino um pouco maior, chamado J***, batia nele durante as aulas. Sim, porque no PENSI as brigas ocorrem mesmo durante as aulas, e os professores fingem que nada está acontecendo. Foi assim na aula da professora Isabela e na de Educação Física, do professor Rodrigo.

Como era o menino apenas um pouco maior que o meu, e os professores não colocavam limite na situação, ensinei meu filho a dar banda, pra que, conseguindo defender-se, ao menos motivasse o agressor a buscar outra vítima. Meu filho seguiu meu conselho, e o outro não mexeu mais com ele.

Mas o pior estava por vir..

Um outro garoto, chamado H***, um ano mais velho e mais alto que o meu, começou a pegar os materiais do meu filho e jogá-los longe no chão, durante as aulas. Meu filho então ia até o lugar, pegava os materiais do chão, e voltava-os pra mesa.

Apenas para que, então, o H*** voltasse a fazer a mesma coisa..

Que existam crianças agressivas, é de se esperar. O que é inconcebível é os professores do PENSI não fazerem NADA para impedir mesmo DURANTE a aula. Aliás, esse mesmo garoto H*** fazia bullying sistematicamente com outro menino da turma (M*******), e a omissão dos professores perante esse bullying evidente deve ter sido uma das razões para a mãe, muito insatisfeita com o PENSI, tirá-lo da escola.

O PENSI Recreio 2 é tão ruim que, numa turma com pouco mais de dez alunos, em menos de 3 meses de aula tem-se dois sendo retirados de lá, e não só por insatisfação por indignação.

A professora Isabela não dizia ao garoto grande para parar de fazer aquilo com o material do meu filho, e a omissão da professora ocorria embora tudo acontecesse NA FRENTE dela. (Porque meu filho se sentava na segunda fileira.)

(Aliás, ele passou a se sentar na segunda fileira porque a professora Isabela o impedia de se sentar na primeira, que é onde desde o início do curso eu disse a ele que se sentasse.
No início, ele se sentava na primeira fileira e ela o passava pra última. Aconteceu quatro vezes. Então eu reclamei com a coordenadora e esta concordou em me prometer que a professora o distanciaria no máximo para a segunda. E foi o que a professora teve que fazer. A discriminação ficou limitada a isso.)

O tal H*** naturalmente notou que, se os professores do PENSI liberam o bullying e a agressão, ele pode agredir mais. E foi o que ele passou a fazer.

No dia 2 de maio, a coisa alcançou um patamar surreal. O que segue foi relatado por meu filho logo que chegou em casa, e eu pedi que contasse de novo, com todo o detalhe, sem mudar nada, e escrevi enquanto ele falava. Por vezes, embora o menino nunca apresentara tendência a mentir, eu perguntei se ele tinha certeza absoluta do que contava, tão absurdo e revoltante era tudo aquilo e porque eu queria um relato totalmente verdadeiro.

Pois bem, o dia 2 de maio começou leve. Após o H*** continuar fazendo a mesma coisa — pegando os materiais do meu filho e jogando-os longe no chão — durante a aula, de novo sem que a professora Isabela fizesse nada, essa aula terminou e os alunos foram para a de Educação Física.

Lá, NA FRENTE do professor Rodrigo, o meu filho se sentou. O H*** se sentou ao lado e, sem se sentir intimidado pela proximidade do professor, começou a enforcar meu filho. Mais de uma vez. E o professor, que atentava para o próprio celular e ainda usava um fone de ouvido, nada disse ou fez durante os enforcamentos. Meu filho por vezes não conseguiu RESPIRAR NEM FALAR. Depois, diria, chorando, ter pensado que ia morrer.

Voltaram pra sala-de-aula normal. A professora Isabela estava presente na sala. As mochilas todas ficam na parte de trás da sala, e meu filho foi lá, pegar o estojo na mochila dele.

E o H*** foi atrás.

E começou a empurrar meu filho (que, embora seja bem menor, tentou se proteger). O H*** empurrou meu filho a ponto de meu filho cair. Mas conseguiu se levantar. E o H*** continuou batendo nele, meu filho tentando bater de volta pra se defender. Teve um momento em que o H*** tentou se afastar. Meu filho, desesperado em interromper a violência contínua que vinha sofrendo do garoto grande, lembrou-se do que eu lhe dissera que ele não deve brigar mas que, se começarem a bater nele, ele deve bater de volta pra evitar uma nova briga depois (algo que tinha funcionado com o agressor anterior) e, por isso, meu filho segurou o pé do H*** (os dois estavam quase deitados no chão). Detalhe: trata-se de uma sala pequena estavam a poucos metros da professora Isabela!

Os dois se levantaram. O H*** é tão maior e mais forte que pegou meu filho, tentou levantá-lo um pouco — quase conseguiu — e jogou-o no chão. E na mesma hora pisou no meu filho, que tentou segurar a sola do pé dele. No que o H*** tirou o pé, meu filho, ainda deitado no chão, conseguiu dar um chute na perna dele, e o H*** caiu.

Meu filho aproveitou pra se levantar e deu um passo pra voltar à própria cadeira. Mas o H*** se levantou e veio na direção dele, e meu filho teve que se voltar pra trás. O H*** então o empurrou até meu filho cair no chão, com as costas pra cima.

E o H*** se SENTOU em cima do meu filho.

Que tentou se arrastar pra sair disso, tentou dar soco, pontapé, mas sem sucesso, já que continuava deitado de costas pra cima, com o menino bem maior sentado em cima dele. Então com os colegas todos olhando teve que esperar o menino decidir sair, o que não acontecia, até que finalmente uma moça (que por vezes está em sala para acompanhar um menino autista) disse: “H***, sai de cima dele,” e o H*** obedeceu e saiu.

Após isso tudo, ainda teve a aula da professora Karen. Pense na cabeça da criança, imaginando como seria mais essa aula.. De novo o H*** veio pra cima dele durante a mesma, de novo um professor do PENSI testemunhou e não fez NADA. Ou melhor, fez sim: ao final da aula, a professora Karen disse ao H*** que ele se comportou melhor nesse dia!

E eu tive que perguntar ao meu filho se, tirando o tempo em que o H*** batia nele, o tal H*** tinha (no resto do tempo) se comportado melhor do que de costume. E meu filho disse que sim.

É até natural — depois de ter descarregado tanta violência em alguém mais fraco, dá pra entender que o tal H*** no resto do tempo tenha ficado mais quieto.

E eu pergunto a você:
Que escola é essa?!
Que segurança nossos filhos podem ter se os professores ficam simplesmente assistindo à covardia e à violência?
(Só falta levarem pipoca, como levariam para a sala-de-cinema.)

Que próximo passo um aluno desarmado pode vir a tomar se ele vai pra escola sabendo que vai apanhar do mais forte e que ninguém vai fazer nada — que, embora seja bem mais fraco, a segurança dele depende só dele?

Se isso tudo ocorre na frente dos professores durante as aulas do PENSI, o que crianças violentas vão acabar fazendo nos pátios?
E dentro dos banheiros?

Esse ambiente parece aos senhores uma escola?

Mandei um relato detalhado para o Departamento de Ética do PENSI, e para a própria unidade do Recreio 2, e liguei pra falar com a coordenadora Ana Paula (a diretora da escola). Ela me retornou, e falamos (ela ainda não lera o relato escrito).

Na nossa conversa, ela me disse que falaria com os pais do H*** e com os professores, para que isso não voltasse a ocorrer. Mas.. escuta essa..

em uma hora, a secretária do PENSI entrou em contato e solicitou a minha ida à escola sete dias depois (em 9 de maio). Por quê?

Porque a coordenadora agora queria fazer uma acareação minha com os professores! Isso não é uma escola é um manicômio!

Preciso dizer que ela não usou a palavra acareação, mas é do que se trata. A coordenadora está pensando não na segurança do menino, mas na própria imagem dela. Porque, claro, se os professores agem do jeito que agiram, é claro que também ela que não os coordena bem é culpada. Então, ela quer que eu vá à tal reunião uma semana depois , pra ouvir a VERSÃO DELES..

Por pior que aconteça, o PENSI ainda consegue nos surpreender negativamente.

Decidi colocar esta triste experiência no RECLAME AQUI, e também na área do GOOGLE para o PENSI RECREIO 2. E decidi abrir um processo contra o PENSI, SOLICITANDO:
ANULAÇÃO das multas por término dos contratos de mensalidade e de material didático, e das parcelas referentes a material didático que será distribuído ao longo do ano (ainda estamos no terceiro mês);
É culpa do PENSI, não minha, se o colégio não é seguro.
A ANULAÇÃO de um eventual boleto vencendo no 5 de maio (porque nesse próprio dia 5 eu assinei pra tirar meu filho de lá, e um boleto vencendo nessa data diria respeito a dias de aula posteriores);
INDENIZAÇÃO por tudo o que meu menino de 6 anos sofreu no PENSI, e por psicólogo que terei que pagar pra ele;
Após a “Experiência PENSI”, o menino ficou com medo de escola.
Aliás, a mãe dele me relatou que, na noite desse dia de agressões, ele teve febre alta e, mesmo dormindo, ficava gemendo e chorando..
INDENIZAÇÃO por custos de transferência de escola, com novo material, uniforme, etc.

Enfim, pensei em fazer isso tudo. Mas minha atual companheira, que é uma pessoa pacífica, me convenceu a dar uma última chance para o PENSI — uma última chance para terminarmos essa estória aqui.

Não há a menor possibilidade de o PENSI ver mais um centavo meu depois de tudo o que fizeram com meu filho. Cabe lançarem mão de bom-senso e, após tudo isso, concederem-me os documentos para transferir meu filho, sem me cobrarem os itens acima: para terminarmos essa estória vergonhosa.

Nessa estória toda, o PENSI cometeu muitos erros. Está na hora de fazer uma coisa certa.

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