bebês recém-nascidos – Blog do Tomo dos Pais https://otomodospais.com.br/blog Guias, artigos, dicas e posts para pais e mães Wed, 15 Oct 2025 16:48:37 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://eyc7xs8f99a.exactdn.com/blog/wp-content/uploads/cropped-blog_favicon.png?strip=all&lossy=1&resize=32%2C32&ssl=1 bebês recém-nascidos – Blog do Tomo dos Pais https://otomodospais.com.br/blog 32 32 Mãe cansada: porque a maternidade cansa e como lidar com o esgotamento https://otomodospais.com.br/blog/mae-cansada/ https://otomodospais.com.br/blog/mae-cansada/#respond Wed, 15 Oct 2025 16:48:36 +0000 https://otomodospais.com.br/blog/?p=3483 Você está se considerando uma mãe cansada? Isso é mais normal do que parece! Pouca gente fala disso, mas maternidade é uma barra, né?

Muito trabalho, muita preocupação, pressão, e cobranças por todo lado… as mães passam por momentos de cansaço em várias fases da maternidade.

E não tem problema se sentir cansada, mas é importante identificar quando passa do limite. Sobrecarga, culpa, e burnout materno são problemas que precisam de atenção especial!

Entenda porque mães se cobram tanto, porque o cansaço é tão forte, frequente, e descubra se tem algum problema mais sério acontecendo com você.

Mas antes de começar… Lembre-se que você é uma mãe incrível! 💪 O cansaço (ou a maternidade como um todo) não te definem. Você é mais do que isso – é uma pessoa cheia de qualidades e que se preocupa demais com sua família. Estar aqui lendo este post é uma prova disso, parabéns!

O que significa quando a mãe diz que está cansada?

O cansaço materno pode ter várias formas. Pode ser desde cansaço físico, porque as crianças fazem muita bagunça, ou porque está dormindo pouco, até o cansaço mental por se preocupar demais com a família.

Algumas das situações mais comuns que deixam uma mãe cansada são:

  • Preocupação em excesso, com temas como futuro dos filhos, relação trabalho-família, vida pessoal, casamento…
  • Mães perfeccionistas, que tentam consertar cada “problema” dos seus filhos.
  • Sensação de perda da própria identidade depois de se tornar mãe.
  • Necessidade de realizar muitas tarefas ao mesmo tempo: ser mãe, dona de casa, funcionária, esposa… 
  • Susto com a maternidade, no caso das mães de primeira viagem que estão descobrindo a jornada ao mesmo tempo em que ela acontece.

Algumas mães inclusive passam por mais de uma situação dessas ao mesmo tempo. Tudo isso pode pode causar culpa, autocobrança em excesso, e sensação de esgotamento.

👇 Veja o que fazer em cada caso:

Dicas para mães que se preocupam demais

O cansaço aparece por sentir que é responsável por tudo que está ao redor. Desde a casa até a educação e saúde dos filhos. E que tudo tem que ser perfeito, todos os dias, o tempo todo.

Se isto te causa cansaço, tente o seguinte:

  • Lembre-se que se preocupar é normal, mas que a maioria das suas preocupações nunca acontecerá. Quando seu filho sai pra andar de skate na rua é mais provável ele aprender uma manobra nova do que quebrar o braço.
  • Acione sua rede de apoio – parceiro ou parceira, amigos, pais, enfim. Não tenha medo de admitir que a responsabilidade está pesada.
  • Crie uma rotina de mãe e uma rotina para seus filhos. Te dará mais segurança no dia a dia.
  • Se puder, pratique exercícios, nem que sejam 20 minutos por dia. Comprovadamente ajuda a distrair a cabeça, e resulta em diversos benefícios físicos e psicológicos.
  • Converse com outras mães. Compartilhe as preocupações e aprenda as estratégias delas para lidar com elas. Também te ajudará a entender que as preocupações são normais.
mãe sentada no chão com expressão cansada e preocupada e bebendo vinho para tentar relaxar

Dicas para mães perfeccionistas

Muitas mães têm expectativas altas sobre si e sobre as crianças – e não tem nada errado com isso! O problema é se frustrar quando elas não são alcançadas, ou se cansar tentando deixar tudo sempre perfeito. 

A maternidade é imperfeita mesmo, assim como nossas vidas, e está tudo bem!

Se você é uma mãe cansada por causa disso, tente o seguinte:

  • Aprenda a relaxar. Tire momentos para si, nem que sejam 15 minutos antes de começar o dia, ou antes de deitar. 
  • Deixe seus filhos errarem. Errar e aprender com os erros é uma das marcas de crianças brilhantes e com alta autoestima. Também diminui o seu cansaço.
  • Escreva as suas frustrações. Compre um diário e anote os seus sentimentos negativos. Depois, reflita sobre o que realmente estava sob o seu controle. Ignore tudo o que não estava.
  • Exercite o desapego. No caso, desapegue da ideia de que você pode controlar cada passo do seu filho. Observe e dê apoio enquanto ele cresce, mas aprenda os momentos de se distanciar.
Mãe cansada com bebê no colo

Dicas para mães que se perderam

Alguém que não se cuida, não tem um hobby ou vida social fora do cuidado com a casa e os filhos tende a virar uma mãe cansada logo.

A principal dica é se redescobrir! Descubra um hobby, um tema que você goste, um sonho que quer realizar. Trace planos para fazê-los. Pode ser algo que você deixou para trás depois de virar mãe, ou algo totalmente novo.

Você não precisa excluir a família dessas atividades, mas é importante que eles sejam um momento de relaxamento, para você desligar um pouquinho o “modo mãe” e ligar o “modo mulher” que sempre existiu.

Dicas para mães multitarefa

Todas têm um pouco disso: cozinheira, babá, motorista, professora, amiga, juíza, e muito mais. O resultado são mães cansadas por ter que fazer muito.

As principais dicas para descansar são:

  • Ativar a sua rede de apoio. Especialmente seu parceiro ou parceira, caso você não seja mãe solo. Divida as atividades de casa com ele. Se os seus filhos já tiverem idade, ensine-os sobre a importância de ajudar em casa também.
  • Faça uma coisa de cada vez. Quando possível, foque apenas no momento, ignore o resto. Por exemplo, quando brincar com as crianças, esqueça a louça que está na pia até terminarem. Assim a cabeça não fica tão sobrecarregada.
  • Organizar a rotina também é fundamental. O Tomo dos Pais tem alguns guias sobre isso: 

Dicas para mães de primeira viagem

O blog do Tomo dos Pais tem um guia completo para mães cansadas com o mundo de novidades que é cuidar do primeiro filho. Clique na imagem abaixo para ver: 

https://otomodospais.com.br/blog/?p=1127&preview=true

O que é burnout materno?

Em alguns casos o cansaço é tão intenso que se caracteriza como burnout.

Burnout é um esgotamento profundo. Te deixa sufocada e faz até as atividades mais simples parecerem impossíveis ou muito cansativas. É um cansaço mental, que em alguns casos também se manifesta com sintomas físicos.

O burnout materno é quando a mãe chega nesse ponto de esgotamento com a maternidade. É uma sensação permanente de insuficiência, indisposição e culpa, que também pode causar sintomas físicos.

Alguns possíveis sintomas do burnout materno (também conhecido como mommy burnout), são:

  • Dor de cabeça e no corpo.
  • Fadiga ou cansaço sem explicação.
  • Desânimo e crises de choro.
  • Alterações de humor.
  • Dificuldade de comer ou dormir.
  • Dificuldade para se concentrar.

Muita gente pensa que é frescura, mas é um assunto muito sério. Acontece muito com pessoas que trabalham demais, mas mães também se sentem assim por causa de todo o peso que é ser mãe.

Romantizamos as mães, as tratamos como heroínas, como anjos que cuidam da gente… Mas é um papel muito difícil de desempenhar. É uma atividade em tempo integral, não tem como pedir folga e gera uma alta carga de estresse.

Tem pessoas que passam por tudo isso com facilidade, mas para outras é um período conturbado e difícil de lidar. 

Como lidar com a sobrecarga materna?

Tem três dicas principais:

  • Se você sente-se sobrecarregada ou acha que está em burnout, converse com um médico ou psicólogo. Não é vergonha nenhuma buscar ajuda para cuidar da saúde mental. 
  • Não perca sua identidade ao virar mãe. Muitas mulheres param de cuidar de si ou abandonam hobbies para se dedicar às necessidades da família. Isso contribui muito com o esgotamento.
  • Entenda que não é possível dar conta de tudo. Leva tempo para aceitar, mas quanto mais você entender o que está sob o seu controle e o que não está, melhor fica.

Também é importante não lidar com o burnout sozinha. Família é todo mundo, então cada um tem que fazer a sua parte para diminuir a sua sobrecarga. 

Algumas formas de pessoas da família apoiarem uma mãe cansada são:

  • Não julgar. O que a mãe menos precisa é de mais pressão.
  • Demonstrar interesse. Se oferecer para fazer as tarefas domésticas, passar um tempo com as crianças, ou coisas do tipo. E não precisa a mãe pedir, viu?
  • Ouvir e apoiar. Às vezes a mãe precisa desabafar para tirar as coisas da cabeça. Ouvir com atenção, dar conselhos ou oferecer o ombro pra ela chorar é uma das melhores formas de aliviar a pressão.

Se você é uma mãe cansada, compartilhe estas 3 dicas com a família. São grátis e ajudam muito! 😉

Espero que este texto tenha esclarecido um pouco as coisas pra você!

mãe sentada no quarto cansada enquanto os filhos pulam na cama e fazem bagunça

No momento de sobrecarga e cansaço, algumas coisas que parecem óbvias não ficam tão claras. É como se uma névoa estivesse sempre pairando sobre a sua cabeça…

O mais importante é você lembrar sempre que:

  • Você não pode salvar o mundo, mas está dando o seu melhor para que a sua família seja a mais feliz de todas.
  • As pessoas reconhecem o seu esforço!
  • Você não é insuficiente e não precisa dar conta de tudo sozinho.
  • Mães erram – e isso não as torna menos incríveis.

👇 Que tal compartilhar algumas experiências aqui nos comentários? Desabafar talvez te ajude a lidar melhor com alguma situação – e certamente ajudará outras mães a entenderem que não estão sozinhas nesta jornada.

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O que é baby blues? Entenda tudo sobre a tristeza na gravidez https://otomodospais.com.br/blog/baby-blues-parto/ https://otomodospais.com.br/blog/baby-blues-parto/#respond Tue, 01 Jul 2025 14:49:25 +0000 https://otomodospais.com.br/blog/?p=4175

O baby blues é um sentimento de tristeza que acontece logo depois do parto. É complexo, turbulento e assusta muitas mães, mas é normal e passageiro.

Muitas mães relatam sentimentos de culpa ou ansiedade durante a gravidez ou logo depois de ter o filho. Só precisa de tratamento se for depressão pós-parto, que é um quadro bem mais grave, mas com sintomas parecidos.

Aprenda a diferenciar essas situações, como descobrir se você está com baby blues e o que fazer para aliviar os sentimentos ruins durante a gravidez.

O que é o baby blues?

O baby blues é um transtorno emocional que pode acontecer pós-parto. Quando ele acontece, a mãe fica muito triste. Chora fácil, se sente frágil, se irrita com facilidade, e sente que ninguém a entende. Não acontece com todas as mães, e a intensidade é diferente para cada uma.

O nome vem de uma expressão em inglês. “Blues” significa um estado de tristeza ou melancolia, e “baby” é bebê. Uma tradução possível seria “tristeza pós-parto”. 

O baby blues é causado por mudanças físicas e hormonais da gestação, e pela responsabilidade de ser mãe. É como se fosse uma reação a essas mudanças.

A gente cresce ouvindo que a maternidade é linda, especial e perfeita… E ela é maravilhosa mesmo, mas também é uma barra! 😅

Ser mãe é encarar o corpo mudando, perder o sono para cuidar da criança, ter menos tempo para sair com os amigos, aprender a lidar com vários desafios de uma só vez, entre outras transformações.

Os sentimentos negativos do baby blues são uma resposta do corpo durante a adaptação à realidade de ser mãe.

imagem com filtro azul de uma mãe chorando no sofá, abraçando uma almofada

Quais são os sintomas?

Os principais sintomas do baby blues são:

  • Maior sensibilidade.
  • Oscilações de humor.
  • Ansiedade.
  • Irritabilidade.
  • Crises de choro.

Essa tristeza não é tão intensa e duradoura quanto uma depressão. É possível a mãe passar por baby blues e continuar na ativa, se divertir, e fazer as atividades do dia a dia.

Como os sintomas são passageiros, eles também não provocam mudanças na autoestima. Depois que passa, a mãe volta a se sentir mentalmente bem, igual a antes do parto.

Cada mãe vive o baby blues de uma forma. Como a questão hormonal interfere, a intensidade varia de mãe para mãe. Ser mãe de primeira viagem também influencia, já que elas estão vivendo uma série de experiências únicas. 

Esses sintomas são muito parecidos com a depressão pós-parto, que é um quadro mais severo e requer apoio profissional.

A diferença é que o baby blues é menos intenso e tem “prazo de duração”. 

Quando inicia o baby blues? Quando termina?

O baby blues começa nos primeiros dias após o parto, geralmente entre 3 a 5 dias após o nascimento do bebê. Esse período coincide com algumas flutuações hormonais do corpo da mãe. 

Costuma terminar em cerca de 10 a 15 dias (duas semanas). Não é um tempo “absoluto”, já que o corpo de cada mãe é único, mas não costuma durar muito mais do que isso. Outros fatores que podem estender o baby blues são o contexto familiar e histórico de saúde.

Se os sintomas persistirem por longos períodos, ou aparecerem muito tempo depois do parto, não é baby blues. Aí precisa investigar as causas mais de perto com apoio de um profissional.

Mãe cansada com bebê no colo

O que fazer para aliviar o baby blues?

Essa tristeza na gravidez aparece por conta própria, e costuma sumir por conta própria também. Não precisa de tratamento profissional, marcar psicólogo, nem tomar remédios para se curar do baby blues.

O que faz diferença é o apoio da família para lidar com o pós-parto. Aliás, se você está triste, mande esse texto para a sua rede de apoio aprender como te apoiar nessa hora. 😉

A rede de apoio (companheiro, família, pais) precisa ajudar em tudo o que puder. Desde dar apoio moral e conversar sobre as experiências da maternidade, até assumir a maior parte das tarefas domésticas.

Aqui tem algumas ideias bem simples e práticas para ajudar:

  • Escutar com empatia.
  • Conversar e encoraje quando a mãe desabafar.
  • Fazer companhia e se atentar à saúde mental dela. 
  • Ajudar a fazer as tarefas de casa.
  • Ajudar a cuidar do bebê.
  • Se a mãe tiver outros filhos, passar tempo com eles também.
  • Organizar as visitas.
  • Fazer as compras no mercado.
  • Preparar as refeições e deixe prontas para ela.
  • Ajudar a cuidar dos animais de estimação.

O mais importante é validar os sentimentos dela. Ouvir, estar presente, e não julgar. A gravidez não é perfeita e a mãe se sentir cansada, triste ou indisposta faz parte do processo.

Uma situação que acontece bastante é alguém da família estendida (tias, primos, ou outros parentes distantes) soltar frases como:

  • “Não entendi porque está triste, seu filho nasceu tão saudável”.
  • “Você não queria ser mãe?”
  • “Um filho é um presente de Deus, deveria agradecer”.

❌ Nunca fale isso para uma mãe. Menos ainda se ela estiver passando pelo baby blues!

Esses são exemplos de frases que invalidam os sentimentos e os tratam como se fossem “frescura”. Durante a tristeza pós-parto, isso é o suficiente para iniciar crises de choro, ou fazer a mãe se sentir culpada por dias.

Outro ponto importante é alinhar as expectativas sobre a gravidez. Muita gente foca na parte boa, mas precisa saber que a tristeza faz parte, que tem momentos complexos, e que precisa de força para lidar com essa fase da vida.

Muitas mães de primeira viagem não estão 100% preparadas para a realidade da gravidez. Algumas nem imaginam o sentimento de tristeza em meio ao sonho da maternidade. 

👇 O vídeo abaixo fala bastante sobre isso. É uma conversa do humorista Rafinha Bastos com a atriz Samara Felippo. Ela faz um relato da própria gravidez e conta como lidou com esse momento. 

YouTube Video

Tristeza na gravidez é normal?

É normal ficar triste na gravidez. Segundo obstetras, cerca de 80% das mães passam pelo baby blues e cerca de 60% sofrem de ansiedade depois do nascimento do filho. 

Entre os sentimentos mais comuns estão ansiedade, culpa e medo

Ou seja: não espere ficar feliz 100% do tempo. Se não sentir tristeza, ótimo! Mas, se sentir, não quer dizer que você não ama seu filho, ou que será uma mãe ruim.

E não é só no baby blues, viu? Há mães que ficam tristes antes do parto, ou meses depois. Isso acontece por várias razões:

  • Não lidam bem com enjoos, peso na barriga, perda de sono.
  • Não gostam da mobilidade reduzida.
  • Preocupações sobre a própria saúde e a saúde do bebê.
  • Preocupações com a estética do corpo após a gravidez.
  • Medo de perder a própria identidade após ser mãe. 
  • Dificuldade em lidar com a responsabilidade.
  • Falta de espaço para expressar suas preocupações acerca da maternidade.

Como você viu, o baby blues tende a não ser tão intenso, e dura pouco. Os casos mais sérios são de depressão pós-parto, que atinge cerca de 25% das mães.

Qual a diferença entre baby blues e depressão pós-parto?

A depressão pós-parto são casos casos moderados ou grave de tristeza na gravidez. Os sintomas são parecidos com o do baby blues, incluindo:

  • Ansiedade e insônia. 
  • Tristeza e choro fácil.
  • Mudanças bruscas de humor.
  • Falta de prazer nas atividades do cotidiano.
  • Sensação de incapacidade em cuidar do bebê.

Os sintomas são mais intensos que o baby blues e demoram mais para passar. Eles podem aparecer logo após o parto e durar anos.

Casos de depressão pós-parto precisam de tratamento profissional. Vale conversar com o obstetra. Dependendo da indicação dele, procure psicólogo e psiquiatra.

Fora o apoio médico, família e amigos precisam apoiar, assim como nos casos de baby blues. Quem está ao redor da mãe precisa ajudar do jeito que puder: em tarefas domésticas, cuidando do bebê, dando apoio moral, e validando os sentimentos dela.

O importante é não deixar a mãe sozinha nesse momento. Muitas sentem que precisam passar por isso sozinhas, o que prejudica a saúde e a relação com o bebê.

Entre os fatores de risco para a depressão pós-parto estão:

  • Falta de apoio da família, parceiro e amigos.
  • Gravidez não-planejada.
  • Quadros anteriores de depressão ou de outros problemas psicológicos.
  • Ter sofrido violência doméstica.
  • Passar por muito estresse.
  • Problemas financeiros ou familiares.

Espero que o post tenha te ajudado a entender melhor a tristeza na gravidez! 

Sinto muito que esteja passando por isso, mas saiba que você não está sozinha. Muitas mães passam por isso, e com certeza as pessoas especiais da sua vida te ajudarão a passar por essa situação o mais rápido possível. 💝

Que tal enviar esse post para a sua rede de apoio, ou para outras mamães que estão vivendo esse drama? 😉

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Quando aparece o primeiro sorriso do bebê? Como estimular? https://otomodospais.com.br/blog/quando-aparece-o-primeiro-sorriso-do-bebe-como-estimular/ https://otomodospais.com.br/blog/quando-aparece-o-primeiro-sorriso-do-bebe-como-estimular/#respond Fri, 30 Aug 2024 18:20:15 +0000 https://otomodospais.com.br/blog/?p=4566

O primeiro sorriso do bebê nem sempre é consciente, mas sempre é mágico! Ele acontece nas primeiras semanas de vida e marca o início da comunicação com os pais.

Sorrir é um marco de desenvolvimento. É uma das primeiras formas de interação social e de se comunicar com os pais, junto com o choro. No início, é só um reflexo, depois vira um gesto de felicidade e conforto.

Mas, não basta saber quando acontece o primeiro sorriso. É bom aprender a importância e significado deste gesto para estimular cada vez mais risadinhas do seu pequeno ou pequena. 😍 

Continue lendo para aprender tudo sobre o assunto!

Quando acontece o primeiro sorriso do bebê?

O sorriso do bebê tem diferentes estágios, cada uma com seu próprio tempo.

Nos primeiros dias de vida o sorriso é apenas um reflexo involuntário. Acontece sem razão nenhuma, em alguns casos até mesmo durante o sono do bebê.

O primeiro sorriso “de verdade”, aquela risada que derrete o coração do papai e da mamãe, surge entre o segundo e terceiro mês. É um sorriso que realmente indica que o bebê está interagindo com o mundo exterior, e está se sentindo confortável.

Esses tipos de sorriso demonstram que o bebê está crescendo, fortalecendo os vínculos com os pais, e aprendendo novas habilidades. 

👇 Veja abaixo os detalhes sobre os dois tipos de sorriso do bebê.

Sorriso reflexo

O sorriso reflexo aparece desde os primeiros dias de vida. Pais e mães de primeira viagem podem até achar que é sinal de felicidade, na verdade, é um sorriso inconsciente. Até por isso recebe o nome de reflexo.

Esse sorriso acontece durante o sono, ou quando o bebê está satisfeito, mas ainda não consegue compreender ou responder ao ambiente em que está.

primeiro sorriso reflexo do bebê

Apesar de ser inconsciente, ainda é importante observá-lo. É o primeiro gostinho da expressão de felicidade do bebê, e um sinal de que sistemas cognitivos, nervosos e musculares estão funcionando.

Conforme o bebê cresce os sorrisos dão lugar a expressões faciais mais complexas. Ele passa a sorrir em resposta a estímulos, e a dar gargalhadas. 

Sorriso social

O sorriso social é AQUELE sorrisão gostoso! Acontece entre 6 a 8 semanas de vida. É uma resposta a estímulos externos, como ouvir a voz de alguém querido, ou ver o rosto do papai e da mamãe. Ele recebe esse nome porque é uma comunicação genuína do bebê com o mundo.

Quando ele dá esse sorriso, significa que realmente se sente seguro e ama quem está ao redor. Esse momento é marcante demais – e até escrever sobre ele já dá uma emocionada, de tão bonitinho que é. 🥰

sorriso social do bebê

Assim como o sorriso reflexo, o sorriso social é sinal de que o bebê está se desenvolvendo normalmente. Esta é uma das primeiras formas de empatia e o passo inicial para formar habilidades mais complexas no futuro.

Aos poucos, o sorriso acompanha as gargalhadas e outras formas de comunicação não verbal mais complexas, como os abraços, beijos, e brincadeiras.

E se o bebê não sorrir, o que fazer?

Se o primeiro sorriso do bebê estiver demorando, vale a pena conversar com um pediatra.

Nem sempre é sinal de um problema grave, mas pode ser um atraso de desenvolvimento. Por isso é importante conversar com um profissional para ter certeza de que está tudo bem.

YouTube Video

Como estimular o primeiro sorriso do bebê?

O sorriso do bebê depende dos estímulos que ele recebe. A interação com os pais é fundamental para arrancar os primeiros risos sinceros da criança.

👇 As dicas abaixo ajudam a incentivar esse momento especial:

  • Contato visual: olhe gentilmente para o bebê. Eles amam o rosto dos pais e isso proporciona sentimento de conexão, que pode ser respondido com um sorriso.
  • Sorria: sorria primeiro para o seu filho! Quem sabe ele não te imita e dá uma risadinha também?
  • Faça caretas: nada assustador, só uma expressão facial diferente, talvez fazendo algum som engraçado junto, para estimular a curiosidade ele. 
  • Converse e cante: fale em tom suave e carinhoso com ele, ou cante musiquinhas bem alegres. Isso acalma, diverte e desencadeia sorrisos, a partir do momento em que ele reconhece as vozes.
  • Use brinquedos coloridos e com som: existem vários brinquedos para bebê com cores vivas e sons estimulantes, que captam a atenção dos pequenos e pequenas e podem levar a um sorriso.
  • Brinque com ele: fazer brincadeiras gentis, como assoprar bem de levinho na barriga, ou fazer cócegas, também podem fazer o bebê rir.
  • Passar tempo com o bebê: passe tempo de qualidade com o bebê, mesmo que ele ainda não consiga interagir bem. Aos poucos ele passa a te reconhecer e a ficar confortável na sua companhia.  
  • Interaja face a face: aproveite as atividades do dia a dia para olhar o rosto do bebê, e deixar que ele olhe o seu. Pode ser na hora de trocar a fralda, antes de dormir, ou quando der comida.
  • Dê afeto: tem vezes que só o aconchegar o bebê no colo já é o suficiente para ele sorrir, por estar se sentindo protegido e confortável.
  • Mantenha o ambiente calmo: mantenha a casa tranquila, sem muitos estímulos de luz ou som. Assim o bebê se sente relaxado, seguro e tranquilo.
  • Responda o sorriso: quando o bebê sorrir, responda com entusiasmo! 😁

Teste vários métodos para descobrir quais funcionam melhor com o seu bebê. Não existe algo universal que faça todo bebê rir, apesar de existirem brincadeiras bem clássicas. 

Por exemplo, balançar bichinhos de pelúcia é um clássico. Funciona para fazer esse bebê do vídeo abaixo rir sem parar.

YouTube Video

Outra brincadeira famosa nessa faixa de idade, dos 6 a 12 meses, é aquela do “cadê o bebê? Achou!”.

YouTube Video

Com o tempo você descobre as melhores formas de fazer o seu filho sorrir. Independente de qual for, o importante é brincar muito e fazer com que ele se sinta amado.

Espero que tenha gostado das dicas! Se quiser receber mais orientações e sugestões como esta, mas totalmente personalizadas para os seus filhos, assine o Tomo dos Pais. É um serviço de assinatura que entrega os melhores conteúdos sobre criação dos filhos todas as semanas, direto no seu e-mail!

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Quanto custa comprar fraldas descartáveis durante a infância? https://otomodospais.com.br/blog/quanto-custa-comprar-fraldas-na-infancia/ https://otomodospais.com.br/blog/quanto-custa-comprar-fraldas-na-infancia/#respond Tue, 27 Aug 2024 13:25:00 +0000 https://otomodospais.com.br/blog/?p=4970

Os gastos comprando fraldas podem chegar a 3 mil reais, desde quando o bebê é recém-nascido até a hora do desfralde. Ou até mais, dependendo do tipo de fralda que você comprar! 🤯

Essa é só uma estimativa, mas na prática varia bastante. Depende da marca, onde você compra, quantas o bebê usa por dia, se ele se adapta bem aos modelos mais simples… E até o tamanho da fralda influencia no preço.

Saber o preço é super importante para planejar o orçamento e montar estratégias para reduzir custos. Também evita surpresas na hora de ir ao supermercado ou farmácia.

Neste post você verá como fazer as contas! Fizemos um cálculo passo a passo para você entender na prática quanto custa comprar fraldas – e entender como economizar, pois sabemos que custa caro. 😅

Em média, qual o gasto com fraldas para cada família?

O gasto mensal fica entre R$100 e R$150.

Ou seja, dá R$1.200 a R$1.500 por ano.

Se considerarmos que o desfralde acontece aos 2 anos, dá entre R$2.400 e R$3.000. Pode passar um pouquinho, dependendo de quanto tempo a criança demora para concluir o desfralde.

Se você ainda não tem filhos, esse valor médio é uma boa ideia do quanto você vai gastar. 👀

Se você já tem filhos, pode fazer o cálculo baseado nos gastos reais do seu filho. Para fazer isso, considere quantidade de uso e preço unitário da fralda. Assim você evita surpresas desagradáveis na hora de ir ao mercado ou farmácia.

Como fazer as contas de gasto com fraldas descartáveis

Quando fizer as contas, provavelmente você não terá o valor literalmente exato e sim uma aproximação. É difícil prever exatamente quantas fraldas o filho usará.

Considere o seguinte para fazer as contas:

  • Quantas fraldas o filho usa: varia de acordo com a faixa etária – continue lendo para ter uma estimativa.

  • Número de dias no mês: para facilitar a conta, você pode considerar o uso em um mês padrão com 30 dias.
  • Preço por fralda: você pode obter o valor unitário de cada fralda dividindo o preço total do pacote pelo número de fraldas que ele contém. Por exemplo: se um pacote com 24 unidades custa R$ 32,90, o valor unitário é de R$ 1,37.
  • Fórmula de cálculo: reunindo as variáveis acima, a conta que você deve fazer é Valor mensal = (Quantidade x Dias) x Preço.

Quantas fraldas os bebês usam por dia?

O primeiro passo é saber quantas fraldas o seu filho usa por dia. Esse valor muda de acordo com a faixa etária, porque o organismo do bebê está em constante transformação e desenvolvimento durante os primeiros anos de vida.

Se o seu filho ainda não nasceu, use os valores abaixo para ter uma estimativa. Se já nasceu, além de usar as informações abaixo, tome nota do gasto real por dia.

É uma boa ideia conversar com o pediatra dele a esse respeito. Ele saberá te indicar valores aproximados, que te ajudarão a saber com precisão quanto custa comprar fraldas.

Veja as estimativas abaixo. 👇

Dos 0 aos 6 meses

Nessa fase inicial, o bebê usa em média de 8 a 10 fraldas por dia, totalizando cerca de 240 a 300 unidades por mês.

Considerando um preço médio de R$0,50 por fralda, o gasto mensal fica entre R$120 e R$150.

Nessa fase é importante ter fraldas de RN e P em estoque para os primeiros meses, pois o bebê cresce rapidamente.

Dos 6 a 12 meses

A partir dos seis meses o consumo de fralda diminui um pouco, com uma média de 6 a 8 unidades por dia, o que equivale de 180 a 240 trocas por mês.

Mantendo o preço de R$0,50 por unidade, o gasto mensal cai para R$ 90 a R$ 120.

Nessa fase, você já pode começar a introduzir fraldas descartáveis do tamanho M.

De 12 meses a 24 meses

Com o desenvolvimento motor e o início da introdução alimentar, o uso de fraldas cai consideravelmente, chegando a uma média de 4 a 6 fraldas por dia, ou 120 a 180 unidades por mês.

O gasto mensal nesse período fica entre R$60 e R$90. 

Quando o bebê completa um ano de idade, geralmente passa a usar fraldas de tamanho G. Como o desfralde se aproxima, vale a pena ter algumas fraldas XG em estoque para as noites ou momentos onde o o período entre trocas será prolongado.

De 24 meses até o desfralde

Nesta fase, a quantidade de fraldas varia muito de acordo com o ritmo de cada criança. Algumas já estão completamente desfraldadas durante o dia, enquanto outras ainda usam fraldas descartáveis à noite.

O gasto mensal pode ser fica, em média, entre R$60 a R$80, dependendo da necessidade da criança.

O que influencia o gasto com fraldas descartáveis?

As informações deste post são uma boa referência, mas muitos fatores influenciam no gasto final por fraldas.

👇 Estas são as principais variáveis.

Preço das fraldas

O preço das fraldas varia muito dependendo de:

  • Inflação;
  • Onde você compra;
  • Preço dos insumos para fazer a fralda (como resinas ou algodão);
  • Custo de fabricação (gastos das fábricas, que são repassados ao consumidor).

Fizemos uma análise detalhada sobre estes pontos. Clique aqui para ler e entender porque fralda custa tão caro.

Além disso, o tamanho da fralda também influencia no preço. Conforme os bebês crescem, a tendência é que elas fiquem mais caras.

Hábitos de compra

O “jeito” como você compra fraldas também influencia no gasto total por mês. Por exemplo:

  • Se você compra no atacado, o preço unitário de cada fralda tende a ser menor;
  • Se compra várias vezes ao mês, mas pacotes menores, o preço unitário das fraldas é maior;
  • Se você “faz estoques” em casa, pode ficar com fraldas sobrando porque o bebê cresceu muito rápido;
  • Se não pesquisa preços, pode acabar pagando a mais pelo mesmo pacote;
  • Algumas marcas e modelos de fralda são naturalmente mais caros do que outros.

diversas fraldas pampers em prateleiras de um supermercado

O organismo do bebê

São situações bem específicas, mas que podem acontecer na sua casa.

Pode acontecer de o bebê ter problemas prisão de ventre, que influenciam no número de fraldas que ele usa por dia.

Também pode acontecer do seu filho ser sensível a certos tipos de fralda. Algumas usam corantes ou fragrâncias que reagem à pele. Outros bebês ficam mais confortáveis com alguns modelos específicos.

Recomendamos você realmente comprar a melhor fralda para o seu bebê, sem olhar tanto para as diferenças de valores nessa hora. Às vezes a economia não compensa, caso o bebê não se adapte bem às fraldas.

Exemplo de cálculo de quanto custa comprar fraldas

Agora que você já sabe a teoria, vamos ver na prática! 🤓

Fizemos um cálculo seguindo as dicas que você acabou de ler. Consideramos todas as fases da criança, desde o nascimento até o desfralde aos 2 anos.

Para fazer a conta, usamos como base a Huggies Supreme Care, a fralda mais vendida no Brasil (na Amazon, um dos e-commerces mais populares do país).

Fizemos o cálculo em junho de 2024, então se você estiver lendo no futuro, o preço pode estar diferente por causa disso. 😉

fralda-huggies-supreme-care

0 a 6 meses

Vamos supor que o bebê use oito fraldas ao dia, nos tamanhos RN e P. Se comprarmos pacotes com 48 unidades, custando R$44, temos:

  • Valor mensal: (8 fraldas/dia x 30 dias) x (R$44,00 / 48 fraldas)

  • Valor mensal: 240 fraldas x R$0,91/fralda
  • Valor mensal: R$218,40

6 a 12 meses

Vamos supor que o bebê use 6 fraldas ao dia, no tamanho M. Se comprarmos pacotes com 72 unidades, custando R$75, temos:

  • Valor mensal = (4 fraldas/dia x 30 dias) x (R$75,00 / 72 fraldas)
  • Valor mensal = 120 fraldas x R$0,96/fralda
  • Valor mensal = R$172,80

12 a 24 meses

Vamos supor que o bebê use 4 fraldas ao dia, nos tamanhos G e XG. Se comprarmos pacotes de 66 unidades, custando R$75, temos:

  • Valor mensal = (4 fraldas/dia x 30 dias) x (R$75,00 / 66 fraldas)
  • Valor mensal = 120 fraldas x R$1,13/fralda
  • Valor mensal = R$135,60

Valor total

Para saber quanto custa comprar fraldas durante toda a infância, basta multiplicar o valor mensal pelo período de meses. Ficaria assim:

  • De 0 a 6 meses: R$218,40 x 6 = R$1.310,40
  • De 6 a 12 meses: R$172,80 x 6 = R$1.036,80
  • De 12 a 24 meses: R$135,60 x 12 = R$1.627,20
  • Valor total de gasto com fraldas: R$1.310,40 + R$1.036,80 + R$1.627,20 = R$3.974,40

Observações importantes

Esse é um exemplo de cálculo geral. Não consideramos algumas variáveis por questões de praticidade do cálculo. Por exemplo:

  • Em alguns períodos, o bebê usa dois tamanhos, como RN e P, ou G e XG. O gasto com fraldas pode variar em decorrência disso.
  • Esses são os valores da Amazon, que podem nem sempre ser os mais baixos.
  • Se o bebê demorar mais para completar o desfralde, pode ser necessário comprar mais fraldas.
  • Não consideramos a necessidade de fraldas específicas para o período noturno, ou comprar pacotes específicos para usar em piscinas.

Ou seja: como já mencionei outras vezes no artigo, os valores são estimativas e podem variar!

Como economizar nesse processo?

Existem várias formas de economizar nas compras. Mas, independentemente delas, fraldas são sempre um investimento significativo no orçamento.

As principais ações de economia são:

  • Pesquisar preços.
  • Comparar marcas.
  • Aproveitar promoções ou datas específicas, como Black Friday.
  • Comprar no atacado, quando possível.
  • Preferir pacotes maiores, com preço unitário menor.
  • Comprar em estabelecimentos que oferecem programas de fidelidade.
  • Acompanhar de perto o bebê para ter o controle de quantas fraldas ele usa por dia, para evitar sobras.

Algumas famílias optam por substituir as fraldas reutilizáveis por fraldas de pano. Por um lado elas até economizam. Por outro, são menos práticas: você compra uma vez, mas precisa ficar lavando. E aí precisa considerar esse custo.

Esperamos que as dicas tenham te ajudado! 😁 Comente aqui embaixo se você já tinha feito essas contas, ou se tinha ideia de que o gasto era esse no fim do mês.

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Como economizar comprando fraldas descartáveis? [Guia completo] https://otomodospais.com.br/blog/como-economizar-comprando-fraldas/ https://otomodospais.com.br/blog/como-economizar-comprando-fraldas/#respond Sat, 10 Aug 2024 21:42:04 +0000 https://otomodospais.com.br/blog/?p=5001

Comprar em atacado, pacotes maiores, realizar trocas ou colocar na lista de presentes… Essas são as formas mais comuns de economizar comprando fraldas sem abrir mão da qualidade.

Tem outras estratégias comuns, mas que nem sempre são efetivas, como substituir por fralda de pano, ou escolher literalmente a opção mais barata do mercado.

Se fizer isso, precisa de muita atenção. As fraldas de pano têm custos escondidos, como o gasto pra lavar. E comprar literalmente a fralda mais econômica pode não ser a opção mais confortável para o bebê.

Veja abaixo 9 estratégias para encontrar as melhores fraldas, sem tanto impacto no orçamento de casa.

Compre em atacado

Comprar fraldas em quantidade é uma ótima maneira de economizar. Significa basicamente você comprar em supermercados especializados em vendas a grande quantidade.

A economia dá certo justamente porque o o local é uma das principais variáveis no preço das fraldas. Como os atacados compram em grande quantidade dos fornecedores, conseguem ter um preço mais competitivo.

🚨 Mas atenção: você precisa fazer as compras antes de comprar. Senão, acabam sobrando fraldas, já que os bebês crescem muito rápido.

A quantidade de fraldas que os bebês usam variam de acordo com idade e peso. Para ter uma ideia, um bebê de 3 a 4 meses pode usar até 8 a 10 fraldas por dia, mas vai variando conforme ele cresce.

Faça esta conta antes de comprar fraldas no atacado:

  • Calcule o consumo mensal de fraldas do seu bebê.
  • Multiplique por 3. Esse é um número de segurança para evitar que você fique sem.
  • Divida o resultado pelo preço do pacote que você quer comprar.

Fazendo isso, você tem uma ideia de quantas fraldas precisam e de quanto gastará.

Tem outros dois detalhes importantes: ter atenção para a validade do produto. E comprar no atacado só depois de ter certeza que seu filho já está adaptado e gosta daquele modelo.

Escolha pacotes maiores

Os pacotes maiores de fraldas geralmente têm um preço unitário menor do que os pacotes menores. À primeira vista o preço total pode assustar, então você tem que fazer as contas para ver se realmente vale a pena.

👇 Olha só esse exemplo de valores da fralda Pampers Premium Care tamanho RN.

Na Amazon, o pacote com 20 unidades sai por R$27,33. Já o pacote com 36 unidades custa R$46,72.

Parece mais barato comprar o pacote de 20, né? Mas na prática, cada fralda custa R$1,36. Já no pacote de 36, cada fralda sai por R$0,77.

São mais de 50 centavos de diferença em cada uma! 🤯 Imagine a economia durante toda a infância do seu filho?

Participe de grupos de troca

Existem diversos grupos online e presenciais de troca de fraldas. Nesses grupos, você pode trocar fraldas novas que não sirvam mais no seu bebê por outras de tamanhos diferentes.

Uma das formas mais fáceis de encontrar esses grupos é pesquisar no Facebook. Tem vários grupos de troca ou até doação de fraldas em várias cidades.

A forma de trocar varia de acordo com cada um. Em alguns casos você troca novas por novas, em outros você pode vender fraldas por preços menores.

Faça um chá de fraldas

O chá de fraldas é um jeito bem bacana de pedir apoio aos amigos e familiares para contribuir com fraldas. É uma festa antes do bebê nascer, em que os convidados levam fraldas e outros itens, como roupinhas ou brinquedos.

Normalmente as pessoas se ajudam bastante nessa hora, porque sabem que fralda custa caro mesmo. 🤣

Aqui, só precisa de cuidado para organizar a festa e enviar os convites. Lembre-se que envolve um custo para os convidados, então não abuse da boa vontade deles. Evite pedir modelos específicos, como aquelas fraldas Premium, que são as mais caras do supermercado.

E lembre-se sempre: uma mão lava a outra! Hoje eles estão te ajudando a economizar comprando fraldas, amanhã você pode ajudar com algum presentinho, ou ajudando os amigos com alguma coisa de casa. 😉

Peça como presente

Não é só no chá de fraldas que você pode recebê-las como presente. Se você tem amigos ou familiares que estão dispostos a te ajudar, peça fraldas como presente de aniversário, Natal ou outras datas especiais.

Você pode pedir modelos no tamanho que seu bebê usa. Outra opção é receber em tamanhos maiores para usar ao longo do desenvolvimento da criança. De qualquer modo, é uma ótima maneira de montar um estoque de fraldas. Caso você não use todas elas, pode trocar nos grupos de pais ou realizar uma doação. 

Escolha uma marca com bom custo-benefício

Nem sempre as marcas mais caras de fraldas são as melhores. Existem diversas marcas que oferecem boa qualidade a um preço mais acessível.

Aqui precisa pesquisar bastante antes de comprar. Tem fraldas econômicas que parecem muito boa, mas podem exigir mais trocas por não terem barreiras de proteção ou camadas absorventes adequadas. É o tal do “barato que sai caro”: você economiza no preço unitário, mas tem que comprar em maior quantidade depois.

Faça o seguinte para escolher:

  • Confira avaliações, em sites como o Tomo dos Pais ou em canais sobre maternidade no YouTube.
  • Selecione alguns modelos que cabem no orçamento e teste para ver qual é a melhor para o seu filho.
  • Analise se elas vazam, se duram muito tempo, e se o bebê consegue se mover livremente pela casa usando as fraldas.

👉 Veja a lista do Tomo dos Pais com as melhores fraldas descartáveis, com opções premium até as mais econômicas.

Esta é uma lista com marcas de fraldas boas e baratas. Elas estão entre as opções mais populares do Brasil, pois combinam qualidade com preço abaixo dos modelos premium.

  • BabySec
  • Bummis
  • Cremer
  • Evergreen
  • Panda
  • Personal
  • Pom Pom Protek
  • Turma da Mônica Baby

Faça uma transição de fraldas

Uma estratégia bem comum para economizar comprando fraldas é comprar as melhores no começo da vida do bebê, depois fazer a transição para modelos com melhor custo-benefício.

A lógica é: você protege seu filho com o que há de melhor no momento em que o organismo dele é mais vulnerável, enquanto encontra a opção certa para aliar qualidade e preço baixo.

Outro ponto é que com o passar dos anos, o número de troca fica menos frequente. Assim, uma fralda com grande poder de absorção não é mais essencial.

Busque por promoções

Fique atento aos descontos oferecidos pelas lojas. Diversos sites têm promoções especiais em datas comemorativas como o Dia do Consumidor e Black Friday.

As redes de farmácia também costumam praticar preços especiais em certas ocasiões. São muito comuns as promoções de “compre um e ganhe outro”, ou os programas de fidelidade ou de benefícios.

Grupos de pais e mães também são boas opções para encontrar fraldas com preço mais econômico. São locais para receber e compartilhar dicas, promoções, cupons, entre outros. Mas precisa ter atenção na hora de fazer as compras, para não cair em ofertas falsas ou enganosas.

Trocar as fraldas descartáveis por fraldas de pano

Esse é um ponto polêmico. Pesquisando para escrever este post, percebi que muitas pessoas têm dúvidas ou até preconceito com o uso das fraldas de pano.

A lógica principal é que a fralda de pano é reutilizável. Logo, não precisa comprar em tanta quantidade. A verdade é que elas ajudam sim a economizar, mas não é só sair comprando e pronto.

Existem várias fraldas de baixa qualidade, que não são eficientes na absorção. Também há as que causam irritação na pele do bebê ou desgastam com muita facilidade.

Se comprar fraldas de boa qualidade, isso não acontece. Aí sim pode ser econômico. Mas precisa fazer os testes para saber. Pesquisando na internet, existem vários sites que falam de “economia de até R$3.000”, mas na maioria das vezes são lojas especializadas justamente nesse tipo de fralda. 😅

Então precisa fazer as contas na sua família mesmo, com base nas necessidades e idade do seu bebê.

Compare os preços

Utilize comparadores de preço e crie alertas. Dessa forma você pode acompanhar o valor de um modelo de fralda específico que deseja comprar. Essa é uma maneira de não abrir mão e ainda economizar. A dica pode ser utilizada em conjunto com a busca por promoções e a compra de fraldas em maior quantidade. 

O mais importante é escolher fraldas que sejam confortáveis para o seu bebê e que cabem no seu orçamento. Com um pouco de planejamento e pesquisa, você pode economizar na compra de fraldas sem abrir mão da qualidade e do bem-estar do seu pequeno.

Esperamos que as dicas tenham ajudado! 😁 Como você viu, demanda tempo de pesquisa e comparação, mas é possível economizar comprando fraldas. No fim da infância, você verá que valeu a pena!

Em breve lançaremos uma ferramenta para facilitar esse processo de economia. Fique de olho! 👀

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Conheça a fralda mais vendida do Brasil e descubra porque ela é tão popular! https://otomodospais.com.br/blog/fralda-mais-vendida-do-brasil/ https://otomodospais.com.br/blog/fralda-mais-vendida-do-brasil/#respond Wed, 26 Jun 2024 14:12:00 +0000 https://otomodospais.com.br/blog/?p=4933

A Huggies Supreme Care é a fralda mais vendida do Brasil!*

O modelo tem barreira dupla para evitar vazamentos e é mais flexível. Oferece conforto para os bebês e maior praticidade para os pais, através de um sistema diferenciado de fecho e um indicador de umidade que avisa quando a fralda deve ser trocada.

A fralda tem bom custo-benefício, algumas variações e veste todos os tamanhos e pode ser encontrada facilmente em lojas físicas e online.

Hoje você verá as principais informações sobre a Supreme Care, popularmente conhecida como “Huggies vermelha”. Entenda sua tecnologia, diferenças para outros tipos, e veja um comparativo com outra marca muito popular. 👀

*Ela está frequentemente na lista de mais vendidas do Brasil. Atualmente é a mais vendida da Amazon. Usamos esse indicador como referência por se tratar de um dos principais e-commerces do Brasil.

Os detalhes da fralda mais vendida do Brasil

A fralda Huggies Supreme Care foi desenvolvida para atender às necessidades de bebês em constante movimento. Ela se destaca por usar materiais de alta qualidade que proporcionam muito conforto, absorção e proteção.

Além do modelo tradicional, ela também está disponível no modelo roupinha, que se ajusta ao corpo. Pode ser usada até o desfralde, pois está disponível dos tamanhos RN (recém-nascido) até XXG (para crianças com mais de 15 quilos).

fralda-huggies-supreme-care

Quais são os diferenciais da Huggies Supreme Care?

A Huggies Supreme Care tem poder de absorção extra, para dias sequinhos e tranquilos, e material suave que não machuca a pele. Estes são os diferencias que tornam este modelo a fralda mais vendida no Brasil:

  • Tecnologia Xtra-Flex: são canais em forma de X que proporcionam até duas vezes mais flexibilidade e se ajusta perfeitamente ao corpinho do bebê, mesmo durante os movimentos.
  • Suave por dentro e por fora: ela é fabricada com materiais que oferecem uma sensação de algodão na pele do bebê, com excelente respirabilidade.
  • Barreiras antivazamento duplas: tecnologia que impede que o xixi escape pelas laterais e pelas costas, garantindo dias e noites tranquilas e sem preocupações.
  • Fecho “Abre e Fecha”: permite abrir e fechar a fralda quantas vezes forem necessárias, sem rasgar o material, além de ter vários pontos para ajuste ao corpo do bebê.
  • Camadas superabsorventes: distribuem o xixi uniformemente pela fralda, evitando que fique pesada e mantendo o bebê sequinho por até 12 horas.
  • Indicador de umidade: a fralda fica azul quando está molhada, facilitando a troca e evitando substituições desnecessárias.
  • Desenvolvida com dermatologistas: o modelo foi testado testado e aprovado por especialistas em saúde da pele. Também não tem perfumes ou corantes que possam causar alergia ou irritação.

Qual a diferença da Huggies vermelha e azul?

A Huggies tem dois modelos muito populares: a Supreme Care, que tem a embalagem vermelha, e a Tripla Proteção, que tem embalagem azul. Ambas são muito populares, mas têm composição e tecnologia diferentes.

A fralda azul tem uma camada respirável e até três vezes mais proteção. Já a Huggies vermelha tem barreira anti-vazamento e absorção avançada.

A escolha ideal depende de fatores como idade, peso, nível de atividade e sensibilidade da pele do seu filho. Não tem um tipo que seja necessariamente melhor ou pior do que o outro.

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Fralda azul Huggies Tripla Proteção

A linha azul da Huggies é projetada para máxima absorção, a Huggies Tripla Proteção é ideal para bebês que dormem ou passam longos períodos sem trocar a fralda. Com três camadas de absorção, barreiras contra vazamentos e indicador de umidade, essa fralda oferece proteção prolongada e segurança para o bebê.

Fralda vermelha Huggies Supreme Care

Com foco no conforto e na pele sensível, a fralda vermelha Huggies Supreme Care se destaca pelo material macio e respirável, ideal para evitar assaduras.

As barreiras antivazamento e o sistema de ajuste flexível garantem um caimento perfeito e impedem escapes, enquanto o indicador de umidade facilita a troca da fralda na hora certa.

Quantas horas dura a Huggies Supreme Care?

Com a tecnologia inovadora de barreira dupla, a Huggies Supreme Care oferece até 12 horas de proteção contra vazamentos e umidade.

Ela é ideal para noites tranquilas e sono sem interrupções. A suave camada interna absorve rapidamente o xixi, enquanto a barreira externa impede que ele escape, mantendo o seu filho seco e confortável durante a noite.

Então ela é boa para usar de noite?

Sim, a Huggies Supreme Care é altamente recomendada para uso noturno. A combinação de alta absorção, barreiras contra vazamentos e respirabilidade garante que o bebê se mantenha seco e confortável durante toda a noite, proporcionando um sono tranquilo para ele e para você.

Mas precisa de atenção: o tempo de uso ideal da fralda pode variar de acordo com o fluxo de xixi do bebê. É importante verificar a fralda com frequência e testar para ver como funciona na sua casa.

Vale testar também o modelo Tripla Proteção, que tem camadas extras e dura cerca de 12 horas. Além disso, tem outros modelos da Huggies para usar de noite.

A Supreme Care é a melhor fralda da Huggies?

É difícil dizer se é literalmente a melhor, mas é a preferida dos papais e mamães, junto com a Tripla Proteção.

Além delas, você pode encontrar outros modelos da marca, feitos com fibras naturais e sem uso de substâncias que podem irritar a pele. Também tem alguns para finalidades específicas, como proteção reforçada para uso noturno ou na água.

Veja abaixo:

  • Fralda Huggies Natural Care: produzida com materiais de origem vegetal, dermatologicamente testada e hipoalergênica. Possui canal de absorção, fecho ajustável e indicador de umidade;
  • Fralda Reutilizável Huggies Eco Protect: feita com materiais biodegradáveis. Possui certificado FSG, que garante a procedência do material e conta com algodão hipoalergênico. Também possui boa absorção, fecho ajustável e indicador de umidade. Está disponível nos tamanhos RN até XG.
  • Fralda Huggies Little Swimmers: fralda à prova d’água, para uso em praias e piscinas. As laterais podem ser rasgadas para facilitar a retirada sem sujar o bebê. Também possui barreiras contra vazamentos e seu material proporciona toque suave e respirável. Tem nos tamanhos P a XG.

O vídeo abaixo tem uma comparação bem legal entre os principais modelos da marca. 😁 Ele foi postado em 2023, então alguns detalhes sobre as fraldas podem ter mudado, mas ainda assim vale a pena assistir!

YouTube Video

Qual marca é a melhor? Huggies ou Pampers?

A melhor fralda para o seu bebê vai depender das suas necessidades e preferências individuais. É importante experimentar diferentes marcas e modelos para encontrar o que funciona melhor para o seu filho.

As duas marcas têm alta qualidade. Ambas usam tecnologias avançadas, materiais de alta qualidade, estão disponíveis nas principais lojas e apresentam bom custo-benefício.

Algumas mães têm experiências melhores com a Huggies, outras com a Pampers. Por isso, vale a pena conhecer as duas e fazer o teste. O vídeo abaixo tem alguns detalhes e opiniões pessoais de uma mãe:

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Confira as principais vantagens das fraldas Huggies e Pampers:

Vantagens da Huggies

As fraldas Huggies são geralmente mais respiráveis ​​que as Pampers, o que pode ajudar a prevenir assaduras, especialmente em climas quentes ou úmidos. Elas possuem elásticos fortes nas laterais e na parte traseira, o que garante um bom ajuste ao corpo do bebê e ajuda a prevenir vazamentos.

A Huggies oferece diversas linhas de fraldas, com opções específicas para diferentes necessidades, como fraldas para piscina, fraldas noturnas e fraldas com matéria prima natural. Em geral, a Huggies é ligeiramente mais barata do que a Pampers, mas o preço das fraldas pode variar bastante.

Vantagens da Pampers

As fraldas Pampers são conhecidas por sua alta capacidade de absorção, garantindo que o bebê fique seco por mais tempo, inclusive durante a noite. Isso se deve em parte aos seus canais de ar, que distribuem a umidade de forma uniforme e evitam o acúmulo.

Elas também estão sempre inovando em suas tecnologias, como o indicador de umidade que fica azul quando a fralda precisa ser trocada, e o sistema de ajuste personalizado que garante um caimento perfeito no corpo do bebê.

A Pampers também oferece uma linha mais completa de tamanhos, incluindo opções para recém-nascidos e prematuros, atendendo às necessidades em todas as fases de desenvolvimento. A marca também dispõe de linhas com diferentes preços, desde as mais econômicas até as premium.

Quanto custa a Huggies Supreme Care?

As fraldas Huggies Supreme Care podem ser encontradas em supermercados, farmácias e lojas online. O preço médio pode variar entre R$20 no tamanho P e R$43 no XXG, considerando os pacotes entre 16 e 32 unidades. Também existem pacotes com até 64 fraldas, com preço passando de R$100.

Lembre-se que os preços podem variar de acordo com lojas, promoções e ofertas relâmpago. Recomendamos sempre pesquisar em várias lojas antes de comprar. E, se for fazer as compras pela internet, verifique a possibilidade de frete grátis.

Espero que as dicas deste post tenham te ajudado! Se você já usa a Huggies Supreme Care, comente aqui embaixo como está sendo a experiência. Vai ajudar muitos papais e mamães que estão indecisos sobre qual modelo comprar. 😁

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Tipos de choro do bebê: quais são e o que significam https://otomodospais.com.br/blog/tipos-de-choro-do-bebe/ https://otomodospais.com.br/blog/tipos-de-choro-do-bebe/#respond Thu, 29 Feb 2024 17:25:00 +0000 https://otomodospais.com.br/blog/?p=4528

O choro é a primeira forma de comunicação do bebê. Ninguém gosta de ver o filho chorar, mas às vezes é natural, e faz parte do desenvolvimento. 

Se você está com dificuldades em interpretar o choro do seu filho ou filha, estas são as principais informações que você precisa saber:

  • Os tipos de choro do bebê podem indicar fome, desconforto, dor, necessidade de aconchego, ou excesso de estímulos.
  • Os passos para acalmar são: ver se as necessidades básicas do bebê estão atendidas, e então acalentá-lo com sons e movimentos bem suaves.
  • Lembre-se de manter a calma. O choro só indica problemas sérios se vier acompanhado de outros sintomas, como febre, ou se é muito intenso e não diminui de jeito algum.

Neste post você aprenderá os tipos de choro do bebê e como identificá-los.

Como acalmar um bebê em crise de choro?

Vamos começar por esse tópico porque provavelmente você não conseguirá prestar atenção no restante se tiver uma criança chorando em casa. 😅

O primeiro passo é identificar a causa. Comece pelo óbvio, verificando se o bebê está com fome, com a fralda suja, com frio ou calor, cansado de ficar no colo (ou querendo voltar para o colo), etc.

Depois de atender a necessidade do bebê, tente o seguinte para consolar:

  • Ofereça contato: o contato pele a pele pode ajudar a acalmar o bebê. Encostar na mãe ou no pai ajuda a reduzir o estresse, fortalece vínculo, e proporciona segurança emocional.
  • Faça uma massagem no bebê: massagens são uma ótima forma de oferecer contato. Também ajuda nas cólicas, causa comum de choro.
  • Movimentos suaves: balance o bebê bem lentamente, ou caminhe devagarinho com ele no colo pela casa. Os movimentos suaves também ajudam a relaxar. 
  • Ruído branco: são sons suaves e constantes, como barulhinho de ventilador ou secadora. Eles lembram o ambiente do útero e ajudam a acalmar. Você pode colocar ruído branco com apps ou máquinas específicas para isso. Não funciona com todos, mas vale a pena tentar. 
  • Faça sons calmantes: se não tiver como reproduzir ruído branco, faça sons bem baixinhos, como “sh, sh sh” enquanto consola o bebê.
  • Deixe o bebê enroladinho: enrole o bebê com uma mantinha, para ele se sentir protegido. Mas não aperte demais, cuidado ao fazer o charutinho de bebê, pois pode fazer mal. 
  • Deixe o ambiente bem tranquilo: reduza estímulos visuais e sonoros. Abaixe as luzes, diminua o volume da televisão, e deixe o ambiente bem tranquilo para incentivá-lo a relaxar.

O vídeo abaixo também tem boas dicas e explicações sobre o choro do bebê. 👇

YouTube Video

No começo você precisa testar várias técnicas até descobrir o que funciona com o seu bebê. Nem sempre o que funciona com um tem efeito em outro.

O que significa o choro do bebê?

Quando você aprende o significado do choro do bebê, fica mais fácil manter a calma na hora de acalmá-lo. Chorar faz parte do desenvolvimento. É uma das primeiras formas da criança interagir com o mundo e se comunicar com os pais.

Chorar é uma forma de expressar necessidades básicas, como fome, sono, ou desconforto. Conforme crescem, os bebês desenvolvem padrões específicos de choro. São formas específicas de chorar, de acordo com o que estão sentindo no momento. As lágrimas são acompanhadas por gestos ou movimentos específicos com o corpo.

Conforme aprendem a falar, as crianças substituem o choro por pedidos mais claros, pedindo “mamá”, ou dizendo que estão com sono. E assim vão evoluindo e aprendendo novas formas de se expressar.

Ou seja: chorar é normal. Na verdade, é tão normal, que com o tempo os pais e mães aprendem a identificar cada tipo de choro, e diferenciar cada um.

Precisa de tempo e de observação para isso, então não se cobre caso ainda não consiga. Para te ajudar a chegar lá, abaixo tem uma lista dos principais tipos de choro de bebê e suas características. 👇

Quais são os tipos de choro do bebê? Como diferenciar?

  • Fome ou sede: costuma ser mais ritmado, insistente, e aumenta gradualmente. Acompanha gestos como levar as mãos à boca, ou ficar inquieto. 
  • Sono: é mais irritado e intermitente. O bebê frequentemente esfrega os olhos ou tenta mexer nas orelhas. 
  • Desconforto: pode ser fralda suja, calor, frio, ou outra situação do tipo. O bebê costuma ficar inquieto e dar sinais claros de que algo está fora do normal. O tipo exato de sinal depende do tipo de desconforto. Se for frio, fica com os dedos gelados; se for calor, começa a suar; se for fralda suja, ele se retorce. Observando geralmente dá para perceber.
  • Dor ou mal-estar: choro agudo, que pode ser contínuo. Normalmente o bebê tenta indicar onde dói. Por exemplo, quando o dente nasce, tenta colocar objetos na boca. Quando é no ouvido, tenta apontar para as orelhas, e assim por diante. 
  • Necessidade de aconchego: é um choro suave, que parece manhoso e para quando você dá carinho ou pega no colo.
  • Excesso de estímulos: é um choro irritado ou cansado, que para quando o ambiente fica mais calmo. As expressões do bebê aparentam irritação.

Todas as causas de choro, mesmo as mais específicas, se encaixam nas categorias acima. Por exemplo, cólica, ficar muito tempo na mesma posição, ou ter algo incomodando no berço. Quando você aprende a identificar o tipo de choro do bebê, é mais fácil descobrir exatamente a causa do incômodo.

bebê chorando deitado no berço

Como aprender a identificar o tipo de choro do bebê?

Nos primeiros meses é normal ficar perdida quando o bebê chora. Se você está nessa fase, faça o seguinte:

  • Lembre as principais causas, ou anote: fome ou sede, sono, desconforto, dor, necessidade de aconchego, ou excesso de estímulos.
  • Quando o bebê começar a chorar, passe por cada ponto. Faz tempo que ele mamou? Faz tempo desde a última soneca? O quarto está muito claro? Faça essas e outras perguntas para testar as possibilidades.
  • Observe atentamente a voz e os movimentos do bebê enquanto isso. É o que te ajudará a diferenciar os tipos de choro.

Se preferir, salve esse post nos favoritos e use como um checklist para a hora do choro.

👇 Estas são algumas dicas para para desenvolver a habilidade de identificar o tipo de choro, trabalhe os seguintes pontos:

  • Analise padrões: tente entender se tem horários que o bebê costuma chorar mais. E, se nesses horários, tem alguma técnica que funciona melhor para acalmar.
  • Concentre-se no som: ouvir choro de bebê é cansativo, mas essa é a principal deixa para identificar o tipo. Veja se é mais estridente, se tem pausas, se é contínuo, irritado, etc.
  • Observe nos movimentos do bebê: além do choro, o bebê comunica que algo está errado através dos gestos. Veja se os gestos mudam ou se repetem.
  • Analise o tempo de choro: se o bebê parar de chorar rápido, deve ser algo simples. Se for muito duradouro, ou você não conseguir acalmar, indica desconfortos maiores.

Estas são orientações gerais, mas infelizmente apenas a experiência prepara para identificar o choro e acalmar o bebê.

Quando você deve se preocupar?

Como você viu, na maioria das vezes o choro é normal e faz parte do desenvolvimento. Você deve levar ao médico apenas em situações específicas.

Estes são sinais que indicam que o choro pode ser algo sério:

  • Choro incessante: não para de jeito nenhum, parece até incontrolável.
  • Febre: febre com o choro normalmente indica uma condição médica que precisa de avaliação.
  • Dificuldade de respirar: se o bebê tosse, mostra dificuldades ou pausas na respiração, busque apoio médico imediatamente.
  • Recusa de alimentação: recusa várias mamadas consecutivas. 
  • Vômito ou diarreia: vale investigar choro acompanhado destes sintomas.
  • Mudanças de comportamento: dificuldade maior do que o normal em acordar o bebê ou acalmá-lo, por exemplo.
  • Rigidez ou flacidez do corpo: também não são consideradas situações normais.
  • Alterações na pele: feridas ou inchaços que acompanham o choro devem ser avaliadas por um médico.

O processo é: se o seu filho está chorando, tente acalmar normalmente. Se perceber os sintomas assim ou nenhum método funcionar para acalmar, leve ao médico. Procure ajuda médica também se houver alguma situação claramente fora do normal, como dificuldade para respirar ou inchaços na pele.

Tenha atenção redobrada se o bebê tiver menos de 3 anos. Nesta fase da vida o corpo é mais sensível, então mesmo situações “leves” em adultos, como febre baixa, precisam de atendimento médico. 

Por hoje é isto! Espero que as dicas deste post te ajudem a entender melhor o choro do seu bebê.

Se quiser mais dicas como esta, 100% personalizadas para a sua família, e direto no e-mail, assine o Tomo dos Pais. É uma assinatura que envia todas as semanas os melhores conteúdos para ajudar a criar seu filho melhor.

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Charutinho no bebê: riscos e como fazer [guia completo] https://otomodospais.com.br/blog/charutinho-no-bebe-riscos-como-fazer/ https://otomodospais.com.br/blog/charutinho-no-bebe-riscos-como-fazer/#respond Tue, 27 Feb 2024 13:51:00 +0000 https://otomodospais.com.br/blog/?p=3476

O charutinho no bebê, casulo ou swaddle, é uma técnica muito conhecida para enrolar recém-nascidos. Ela acalma e ajuda a dormir melhor, o que é justamente o que muitos pais e mães precisam nessa fase da vida. 

No entanto, essa técnica tem muitos riscos. Pode ocasionar problemas de respiração e ortopédicos, como displasia do quadril.

Neste texto você entenderá exatamente quais riscos são esses, se pode fazer, como fazer de forma segura, e se existe alguma alternativa para o charutinho de bebê. 

O que é o charutinho no bebê? É bom para dormir?

O charutinho para bebê é uma técnica para acalmar recém-nascidos durante o sono. Consiste em envolver o bebê em uma manta para conter o bebê e deixá-lo paradinho.

Quando feito corretamente, o charutinho imita a sensação de quando o bebê estava no útero. Por isso ele fica calmo, pega no sono mais rápido, e não se agita tanto quando dorme.

Muitos pais recorrem a ela porque é uma técnica relativamente simples e muito tradicional. Mas, antes de fazer o charutinho, você precisa saber dos riscos envolvidos com essa técnica. 

Quais são os riscos do charutinho de bebê?

Um estudo de 2016 da Universidade de Bristol, no Reino Unido, identificou que a técnica de charutinho para bebê tem alguns riscos. Entre as principais questões, estão:

  • Dificulta o movimento, o que é um problema caso algo obstrua nariz ou boca do bebê.
  • Aumenta o risco de hipertermia, que é quando a temperatura do corpo aumenta demais.
  • Aumenta o risco de infecções respiratórias.
  • Pode aumentar o risco de Síndrome da Morte Súbita Infantil (SMSI), que é a morte de crianças de menos de 1 anos sem razão aparente.

Segundo a pesquisa, os problemas são mais frequentes em crianças com 6 meses ou mais.

De acordo com a Sociedade Internacional de Displasia de Quadril, quando o charutinho de bebê é mal feito, aumenta o risco de problemas de desenvolvimento das articulações do quadril.

Sabendo disso, o mais importante é: 

  • Pedir orientação ao pediatra antes de fazer.
  • Fazer o charutinho no bebê apenas enquanto ele for recém-nascido.
  • Não fazer sempre e nem depender dessa técnica para fazer o bebê dormir.
  • Não apertar demais o charutinho, para não restringir totalmente os movimentos do bebê.

Como fazer o charutinho de bebê da maneira correta?

As principais recomendações são:

  • Deitar o bebê de barriga para cima para fazer.
  • Usar panos leves e respiráveis.
  • Não deixar cobertores soltos no berço, para não ter risco de obstruir nariz ou boca do bebê.
  • O pano não pode ficar muito frouxo e nem firme demais. Você precisa conseguir passar a mão entre o tecido e o tórax do bebê. Se ficar muito solto, o bebê pode se desenrolar e sufocar, e se ficar muito firme, prejudica movimentos de pernas e quadris.
  • Não cubra a cabeça do bebê. 
  • Monitore o bebê constantemente enquanto ele está no charutinho.
  • Quando a criança começar a rolar, pare de fazer o charutinho.

👇 O vídeo abaixo mostra o passo a passo:

Lembrando que estas são orientações gerais. O ideal é sempre conversar com o pediatra que está acompanhando a sua família caso tenha dúvidas ou queira saber se está fazendo certo.

Pode fazer o charutinho de bebê no calor?

O charutinho pode ser feito no calor, mas precisa de alguns ajustes para a temperatura do bebê não subir demais. Estas são algumas orientações:

  • Escolha mantas ou cueiros leves e respiráveis. Essa é uma dica geral, mas ainda mais importante no verão.
  • Observe a temperatura ambiente e mantenha o local em que o bebê dorme fresco e bem ventilado. 
  • Não adicione camadas extras por cima do charutinho.
  • Monitore o bebê constantemente e atente-se para sinais de desconforto, como suor, ou pele vermelha e irritada.

A recomendação de conversar com o pediatra antes de fazer permanece!

Quanto tempo o bebê pode ficar no charutinho?

O tempo que pode ficar no charutinho varia de acordo com idade, desenvolvimento, e preferências da criança.

Em geral, é indicado para recém-nascidos. A partir de 2 ou 3 meses de vida o bebê pode dar sinais de que prefere mais espaço para se mover durante o sono. 

Quando tirar o bebê do charutinho?

Quando o bebê começa a rolar de forma consistente é hora de parar com o charutinho. Isso pode acontecer por volta dos 3, 4 ou 6 meses de idade. 

Se o bebê ficar rolando no berço, pode ocorrer uma série de complicações, como risco de sufocamento ou de Síndrome de Morte Súbita Infantil (SMSI). 

Assim que seu filho ou filha chegar nessa fase da vida, o ideal é que o bebê durma em uma superfície firme e segura, e de barriga para cima, sem mantas ou outros objetos que possam causar obstrução.

Existem alternativas ao charutinho?

O sling é uma alternativa ao charutinho para bebês, especialmente quando eles estão um pouco mais velhos, ou quando não se adaptam bem a dormir cobertos.

O sling é um tipo de carregador de pano para bebês. Ele permite que a criança fique bem perto da mãe, o que proporciona sensação de aconchego e semelhança, parecido com o charutinho. O sling também deixa as mãos do pai ou da mãe livres para fazer outras tarefas enquanto o bebê está seguro e próximo. 

mãe carregando um bebê com um sling em um bosque

Outro ponto positivo é que o bebê fica em uma posição ergonômica e mais natural. Segundo a Sociedade Internacional de Displasia do Quadril, isso favorece o desenvolvimento do corpo.

Mas, assim como o charutinho, também tem algumas boas práticas de segurança:

  • Posicionar corretamente o bebê, com a coluna e quadris bem apoiados.
  • Verificar constantemente se o bebê está na posição correta, com a cabeça bem segura.
  • Não cobrir o rosto do bebê.
  • Não fazer atividades que possam causar impacto ao bebê enquanto ele estiver no sling.
  • Respeitar o limite de peso do equipamento.
  • Amarrar corretamente para oferecer apoio correto.

Já é a terceira vez que vou falar 😂 mas é importante: caso tenha dúvidas sobre como usar o sling da maneira correta, ou qual modelo comprar, converse com seu pediatra e peça uma indicação.

E, se estiver com problemas para fazer o filho ou filha dormir com mais tranquilidade, leia o guia sobre sono do bebê do Tomo dos Pais. Tem várias técnicas, estratégias e rotinas para você colocar em prática!

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O guia definitivo sobre os desafios da maternidade [para 2025] https://otomodospais.com.br/blog/guia-desafios-da-maternidade/ https://otomodospais.com.br/blog/guia-desafios-da-maternidade/#respond Tue, 20 Feb 2024 13:53:00 +0000 https://otomodospais.com.br/blog/?p=2041

Ser mãe não é fácil. É encantador, mas educar uma criança é uma tarefa árdua, cheia de sacrifícios e de desafios.

É comum ver fotos e vídeos nas redes sociais que mostram relações perfeitas entre mães e filhos. Mas o que ninguém te fala sobre a maternidade é que na maior parte do tempo não é assim. Existem momentos de desânimo, culpa, cansaço, e noites mal dormidas.

E esses desafios da maternidade dificilmente aparecem nas redes sociais. Por isso, muitas mães têm dúvidas sobre qual é a parte mais difícil e como superar os obstáculos.

E para ajudar essas mães foi que escrevemos este guia completo sobre os desafios da maternidade, com dicas e indicações de leitura para os principais. 💪

Qual é o maior desafio de uma mãe?

A maternidade é diferente para cada pessoa, então não tem resposta certa. Experiências de vida, idade, relacionamento, apoio familiar, e muito mais influenciam nos desafios da maternidade.

Abaixo listo os principais desafios, com base em algumas pesquisas sobre maternidade.

De acordo com um estudo da Universidade de Antioquia (Colômbia), nos 6 primeiros meses estas são as principais preocupações:

  • Recuperação no pós-parto: desconforto e problemas de autoimagem.
  • Cuidado com o bebê: amamentação, higiene e cuidado, entender o ritmo da criança, cólicas e alimentação.
  • Relacionamento: dividir as tarefas domésticas.

Algumas pesquisas publicadas aqui no Brasil apontam também desafios relacionados ao mercado de trabalho. Por exemplo, equilibrar trabalho e família, equilibrar trabalho e afazeres domésticos, preconceito na busca por emprego.

Por fim, tem os pontos que pouca gente fala sobre a maternidade:

  • O nascimento dos dentes dói.
  • Precisa aprender a lidar com ataques de raiva.
  • Ser paciente é um exercício constante.
  • O desfralde é complexo.

É bastante coisa, né? 😱

Mas ao ganhar experiência, você começa a tirar de letra! Principalmente com as dicas deste post! 😉

Se você é uma mamãe de primeira viagem (ou conheça alguma), abra o texto abaixo em outra aba e leia assim que terminar este:

Como superar os desafios da maternidade?

As dicas abaixo ajudam a superar a maioria dos desafios. Elas são pontos básicos para lidar com a maternidade.

Tenha uma rede de apoio

A rede de apoio são as pessoas que ajudam você a passar pela gravidez com mais tranquilidade. São seus amigos, seu parceiro ou parceira, e suas famílias.

Eles estarão lá para ensinar a trocar a primeira fralda, para olhar o bebê enquanto você tira um cochilo, ou para fazer as tarefas nos primeiros dias depois do nascimento.

Ter uma rede de apoio diminui o cansaço, o estresse, e dá segurança emocional. É imprescindível enquanto seu filho for bebê, criança e adolescente.

Não se culpe

A mãe perfeita não existe. Mães erram, pedem desculpas, e aprendem para melhorar.

Como diz o ditado, tem momentos em que o filho chora e a mãe não vê. Também fica doente, cai do balanço, ou vai mal na escola.

Não se culpe quando essas situações acontecerem. Lembre-se de que você está fazendo o seu melhor e encare estes momentos como oportunidades de crescer junto com o seu filho. 💪

Não se compare

A comparação com as outras mães é o combustível para a insegurança. 

Tem crianças que recebem presentes mais caros e outras mães que passam mais tempo com as crianças.

Se você não puder fazer isso, está tudo bem. Dê o seu melhor e seus filhos serão os mais felizes do mundo! 🥰

Cuide de você

Muitas mães ficam tão atarefadas que esquecem de cuidar de si mesmas. Não tiram tempo para se exercitar, sair sozinhas ou com as amigas, ou para tomar um banho bem relaxante.

É difícil mesmo incluir essas atividades na rotina (principalmente durante os primeiros meses do bebê). Mas você precisa tentar!

Quando a vida fica resumida à maternidade, podem surgir alguns problemas, como a baixa autoestima.

Tente reservar um tempo da agenda para fazer algo que te dê prazer, sempre que conseguir. Nem que sejam alguns minutos por noite para fazer um skin care.

Agora que você sabe o básico, vamos ver dicas específicas para os maiores desafios da maternidade.

Como superar os desafios do pós-parto?

Durante a internação:

  • Estimule a amamentação e faça contato pele a pele com o bebê. Isso fortalece os vínculos.
  • Caminhe no quarto assim que o médico liberar, para evitar risco de trombose.
  • Se fizer cesárea, lave a cicatriz todos os dias e seque bem.
  • Tire todas as dúvidas sobre a amamentação com a equipe médica.
  • Pergunte tudo sobre o repouso nos primeiros dias: quais atividades pode fazer, se sentirá dores ou desconforto, etc.

Em casa:

  • Beba muita água.
  • Tenha uma dieta balanceada.
  • Fique em repouso.
  • Converse bastante com seu parceiro e familiares sobre como está se sentindo. 
  • Aguarde liberação médica para retorno de atividades físicas e de relações sexuais.

Durante os primeiros 15 dias após o nascimento, as mães podem sentir tristeza e desânimo. Se acontecerem muitas variações de humor e crises de choro, entre em contato com o obstetra. É o famoso “baby blue”:

YouTube Video

Como lidar com a baixa autoestima?

Caso sinta-se triste consigo mesma depois da gravidez, siga estas dicas de autocuidado:

  • Tente tirar 1 hora por dia só para si. Peça ajuda para sua rede de apoio!
  • Faça pequenas pausas de 5 minutos para se cuidar – passar um creme, pentear os cabelos, vestir uma roupa bonita etc.
  • Coloque músicas que você gosta para tocar (baixinho para não acordar o bebê hein 🤭).
  • Converse com suas amigas e família, principalmente as que já foram mães.
  • Conte ao seu parceiro como você se sente.
  • Caso não tenha, compre um diário e escreva sobre os seus sentimentos.
  • Se não melhorar, converse com um obstetra.

Como superar os desafios para cuidar dos filhos?

Cada fase da vida das crianças requer cuidados específicos. O corpo deles se desenvolve aos poucos, então são mais frágeis no início da vida.

Eles são mais sensíveis nos 3 primeiros meses. Nesta fase da vida, os principais cuidados são estes:

  • Mantenha o quarto sempre limpo e arejado.
  • Vista-o com roupas confortáveis, de preferência de algodão.
  • Nos dias frios, a lã é um bom material para os casaquinhos.
  • Dê banho com água e sabão neutro em uma banheira com água morna.
  • Alimente-o apenas com leite materno. Isso deve ser feito até os 6 meses.
  • Leve o bebê ao médico em qualquer caso de problema de saúde, como quedas, cólicas ou resfriados. 
  • Qualquer sinal de febre também deve ser investigado por um pediatra.
  • Tenha o contato do pediatra salvo no celular para tirar dúvidas pontuais.

👇 Estas dicas também são muito importantes para cuidar do bebê:

mãe segurando termômetro marcando 27 graus. ao fundo, desfocado, bebê deitado de barriga para cima e chorando

Como saber por que o bebê está chorando?

Estas são as principais causas e tipos de choro:

Causa Como identificar O que fazer
Fome Antes de chorar, fica abrindo e fechando as mãos ou chupando o dedo.  Alimente o bebê. Até os 6 meses apenas com leite materno, a partir dos 6 meses com água e alimentos saudáveis.
Medo ou tédio Choro manhoso que acalma quando fala com o bebê ou pega no colo. Pegue no colo, faça carinho e brinque com ele.
Dor Choro agudo e muito alto. Fica com a face vermelha e mãos fechadas. Verifique a temperatura, veja se o corpo do bebê tem algum hematoma e, se persistir, leve ao médico.
Cansaço Choro alto e nervoso, tipicamente acontece no final do dia. O bebê franze as sobrancelhas e a testa. Abaixe as luzes e nine o bebê. Pode demorar um pouco para ele pegar no sono e parar de chorar. Pode tentar usar apps de ruído branco pra ajudar.

No início pode ser difícil distinguir, mas com o tempo você desenvolve essa habilidade. 😉

Outro ponto muito importante: nem sempre o bebê chora por manha. Na verdade, o choro é uma das primeiras formas de comunicação.

O bebê só aprende que consegue as coisas mais fácil se chorar a partir dos 6 meses a 1 ano. Escrevemos um post que explica isso:

Quais são os principais problemas de saúde dos bebês?

Para algumas mães, o maior desafio da maternidade é não se desesperar nessa hora. Respire fundo e lembre que você precisa acalmar o bebê e atendê-lo.

Mas o fato é que bebês e crianças ficam doentes com muita frequência.

Além disso, problemas que são super simples em humanos podem ser sérios para eles. É o caso da gripe, por exemplo.

Abaixo estão algumas doenças frequentes. Basta clicar nos nomes para ler um guia completo sobre elas:

Como manter meu filho seguro?

Os cuidados variam de acordo com a fase da vida.

Um dos grandes desafios da maternidade começa na infância: proteger sem privar seu filho de viver momentos incríveis

É importante aceitar que as crianças se machucam, caem no chão, ralam os joelhos e tudo o mais. 

O importante é aprender a lidar com cada um destes desafios da maternidade. As dicas abaixo te ajudarão. 😉

Dicas de segurança para bebês

  • Verificar a temperatura da água e dos alimentos antes de dar banho.
  • Deitar o bebê sempre de barriga pra cima.
  • Quando andar de carro, levar sempre o bebê na cadeirinha.
  • Colocar protetores nas tomadas.
  • Não deixar o berço perto da janela.
  • Usar protetores de quina.
  • Estar atenta aos movimentos e sinais de desconforto do bebê.

Dicas de segurança para crianças

  • Guardar objetos cortantes e produtos de limpeza em armários altos na cozinha.
  • Deixar remédios, isqueiros, fósforos e acendedores fora do alcance das crianças.
  • Manter protetores nas tomadas.
  • Manter o piso do banheiro sempre seco.
  • Evitar móveis com rodinhas (se tiver, deixe bem longe das janelas).
  • Caso seja uma criança mais nova, evitar televisão ou videogame no quarto.
  • Limitar o uso de aparelhos eletrônicos de acordo com o tempo de tela por idade.
  • Deixar o portão de casa sempre fechado.
  • Se morar em apartamento, colocar grades nas janelas e sacadas.
  • Na hora de praticar esportes, insistir no uso dos equipamentos de segurança. 

Como superar os desafios no relacionamento?

A comunicação com o seu parceiro e rede de apoio é fundamental.

É importante exercitar a confiança entre vocês desde a gravidez. Assim você não se sente sozinha ou isolada, como se os desafios da maternidade fossem exclusivamente seus.

É complicado dar dicas muito específicas porque depende muito da relação de vocês. Mas tenha sempre em mente que a sinceridade é o melhor caminho

Caso não esteja gostando de algo, fale diretamente, mas mantendo a educação. Explique o que você não gosta, o porquê, e debatam juntos maneiras de melhorar.

Esta é uma situação comum, mas que pouca gente fala: a mudança na relação com o marido depois do nascimento do primeiro filho.

Muitas mães passam por isso, mas o assunto ainda é um tabu. A comunicação ajuda a solucionar o problema. 

Outra situação frequente é a divisão das tarefas domésticas. Ter uma conversa franca e aberta é a melhor maneira de resolver. 

Falo em detalhes sobre estes dois desafios da maternidade no texto abaixo:

Como superar os desafios da maternidade no mercado de trabalho?

Existem três tipos de desafios principais relacionados ao mercado de trabalho.

O primeiro deles é o preconceito. Infelizmente ainda existe a ideia de que mães não são produtivas.

Muitas mulheres relatam situações desagradáveis em entrevistas de emprego, como as perguntas clássicas: “É casada? Tem filhos? Mas o seu marido te ajuda?”.

Outra situação frequente é a mudança no comportamento do recrutador depois que o assunto maternidade vem à tona. Já aconteceu com você? 🤦

Não existe solução rápida para o problema, já que ele é bem complexo. Mas trocar experiências com outras mães ajuda bastante. Tanto para lidar com a questão emocional, como para receber indicações de vagas mais inclusivas.

Caso não tenha, crie um perfil no LinkedIn e conecte-se com outras mães da mesma área que você. Esta carta aberta de uma mãe é um bom exemplo do tipo de conteúdo disponível na plataforma.

O segundo desafio da maternidade é o equilíbrio entre o trabalho e os afazeres domésticos. A solução passa por estes pontos:

  1. Conversar abertamente com o parceiro e pedir ajuda.
  2. Elaborar uma lista de tarefas para dividir entre vocês.
  3. Não precisa ser 50% para cada. Dividam de acordo com a rotina e troquem de tarefas de vez em quando para não enjoar.

Vale reforçar também que não importa se o marido quer ou não ajudar. É obrigação dividir as tarefas domésticas.

O terceiro desafio é equilibrar família e trabalho. Tem um guia completo sobre o tema aqui no blog do Tomo dos Pais! Para acessar é só clicar na imagem abaixo. 😊

O que ninguém te falou sobre a maternidade?

Além desses desafios da maternidade, existem algumas situações específicas. Poucas pessoas falam sobre elas mas certamente aparecerão na sua rotina em algum momento.

Para saber o que fazer em cada caso, é só clicar em cada item da lista. Você será levada a um post completo sobre o assunto aqui no blog do Tomo dos pais. 

O que é mais difícil na maternidade?

Reforço a mensagem do início do texto: não existe resposta certa porque a experiência de cada mãe é única. 

Para algumas mães, o maior desafio da maternidade é o desfralde. Para outras, é colocar o neném para dormir. Varia bastante (e esses dois são realmente bem complexos!)

Mas uma coisa é certa: muitos desafios estão relacionados com as transformações emocionais, físicas e de hábitos da maternidade.

Nem sempre as mães se sentem preparadas e pensam que não são boas o suficiente.

Esse pensamento é normal, mas lembre-se: você está fazendo o seu melhor e a sua família sabe disso. 🏅

Se precisar de mais algum apoio, conte com conosco do Tomo dos Pais! Ele surgiu para tornar a vida das mães mais fácil e a das crianças mais divertidas.

É uma assinatura no formato de newsletter com recomendações personalizadas para seus filhos. São dicas de passeios, educação, filmes, peças de teatro e muito mais!

A cada semana você recebe uma lista de conteúdos que te ajudarão a superar os desafios da maternidade.

E se tiver passando por algum desafio que não citamos aqui, comente aqui no post.

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Como criar um filho sozinha e ser feliz? 60 conselhos de mães solo https://otomodospais.com.br/blog/como-criar-um-filho-sozinha/ https://otomodospais.com.br/blog/como-criar-um-filho-sozinha/#respond Mon, 19 Feb 2024 16:56:43 +0000 https://otomodospais.com.br/blog/?p=4354

Criar um filho sozinha é difícil. Envolve disciplina, gestão de tempo, muita paciência, e de uma rede de apoio sólida. E, mesmo com tudo isso, estressa e desgasta muito.  

Este post tem conselhos práticos para te ajudar nessa jornada. São relatos de mães sobre várias áreas:

  • Dicas práticas de como cuidar da casa.
  • Conselhos sobre finanças.
  • Como educar a criança sozinha. 

São orientações para mães de meninos e meninas, que estão criando seus filhos sozinhas por várias razões, como fim do relacionamento, ou falecimento do parceiro(a).

🎁 No fim desse texto tem uma surpresa para tornar a sua jornada mais fácil.

Como criar um filho sozinha?

Antes de seguir, lembre-se: você é uma mãe incrível. Vai dar conta do recado. Seu filho terá muito orgulho de você!

É normal esquecer disso na hora em que a responsabilidade aperta e a gente não sabe se está fazendo a coisa certa. Mas, você está dando o seu melhor. Sua vida não é perfeita porque a de ninguém é, e não porque você não está fazendo o bastante.

Segundo vários relatos de mães que criam filhos sozinhas, os principais pontos para criar um filho sozinha são:

  • Trabalhar uma mentalidade positiva.

Os conselhos abaixo são os aprendizados de várias mães que criaram filhos sozinhas. São adaptações de comentários de fóruns como Reddit, grupos de mães no Facebook, e até reportagens de jornais.

Colocamos alguns links nas dicas abaixo, para caso queira se aprofundar nos detalhes de algum item.

  1. Entenda e aceite que a maternidade tem desafios, especialmente para mães solteiras e de primeira viagem.
  2. Aprenda sobre planejamento financeiro pessoal.
  3. Faça uma planilha de orçamentos. Tenha controle sobre quanto você gasta, quanto entra, e quanto sai. Pode ser no computador, ou em um caderno mesmo.
  4. Se puder, deixe as contas em débito automático no cartão, para poupar tempo na rotina.
  5. Descubra se você tem direito a algum benefício, como pensão, ou salário-família.
  6. Aprenda a dizer não, e a priorizar a família. É difícil negar sair com os amigos, ou comprar algo mais caro aos filhos, mas isso é importante no longo prazo.
  7. Aprenda a fortalecer a amizade com seu filho.
  8. Organize a sua rede de apoio. São as pessoas próximas, com quem você pode contar. Vizinhos de confiança, seus melhores amigos, familiares, etc.
  9. Não tenha medo de desabafar quando sentir a responsabilidade pesar.
  10. Compartilhe experiências e aprendizados com outras mães solteiras. Ajuda a se sentir menos solitária.
  11. Organize passeios com outras famílias. Reúna um grupo de amigos com filhos, e a cada semana, organizem um passeio, sob responsabilidade de um dos pais. Enquanto isso os outros descansam, e na próxima semana outro pai fica como responsável, revezando a cada semana. 🤝
  12. Monte uma rotina para você e para seu filho.
  13. Arrume tudo o que puder antes de dormir: roupas dos filhos para o dia seguinte, ingredientes para o almoço, listas de compras, etc.
  14. Use uma agenda para não se perder nos compromissos. Pode ser em papel ou digital.
  15. Inclua tempo para si mesma na rotina, sem as crianças. Se precisar, acione sua rede de apoio para conseguir esse espacinho na agenda.
  16. Participe de grupos de mães solo. Pode ser no Facebook mesmo. Tem grupos de desabafos, sobre novos relacionamentos, e outros mais gerais. Veja se tem algum da sua cidade.
  17. Ensine as crianças a ajudar em casa. Pode ser lavando a louça, arrumando a cama, guardando os brinquedos depois de brincar, etc. Adapte de acordo com a idade.
  18. Se possível, contrate alguém para te ajudar a limpar a casa, ou cuidar das crianças. Pense no seu tempo como uma mercadoria. Você não está “gastando dinheiro” com isso, está investindo no seu tempo e qualidade de vida.
  19. Aceite a frustração. Tem dias que não dá pra fazer tudo, e está tudo bem. Acontece, e isso não faz o seu filho te amar menos.
  20. Tudo bem se os dias não forem como você imaginou, sempre perfeitos. Na verdade, família nenhuma é perfeita!
  21. Também está tudo bem em se sentir triste às vezes. Não diminua seus sentimentos.
  22. Se a tristeza ou os sentimentos negativos forem frequentes, do tipo que não vão embora, busque auxílio psicológico.
  23. Exponha seu filho a bons exemplos. Professores, parentes próximos, seus amigos, etc. 
  24. Se você for mãe de menino, os vínculos com os homens da família são ainda mais importantes. Continue lendo para ver dicas específicas de como criar um filho homem sozinha.
  25. Converse com a criança sobre o pai dela, mesmo se o relacionamento de vocês não acabou muito bem, ou se a história for triste.
  26. Atente-se a sinais de traumas após a separação, se for o seu caso.
  27. Comunique-se com a escola do seu filho e explique a sua situação familiar. Não precisa dar detalhes, é só para planejar homenagens no dia dos pais.
  28. Sempre que surgir uma atividade dessas, pergunte ao seu filho se ele quer participar, e quem ele quer homenagear. Às vezes é você, às vezes é o avô, ou um tio.
  29. Procure se planejar com antecedência para apresentações da escola, jogos de futebol, ou outras atividades assim. Se não puder ir, peça para alguém da família acompanhar.
  30. Tenha sempre na sua lista de contatos o telefone dos parentes mais próximos, e dos profissionais indispensáveis, como pediatra e babá.
  31. Crie uma relação de confiança com esses profissionais, para acionar em casos de emergência.
  32. Não tenha medo de pedir e nem de aceitar ajuda. Criar um filho sozinha também é sobre cultivar uma rede de apoio.
  33. Acione sua rede de apoio com responsabilidade. Tenha bom senso, planeje com antecedência, e tome cuidado para não sobrecarregar as outras pessoas.
  34. Você também precisa estar disposta a oferecer ajuda se alguém precisar. É difícil no meio da rotina, mas mostre-se solícita.
  35. Defina as suas prioridades. Por exemplo: talvez você goste de ir para a balada todo final de semana, mas nem sempre será possível.
  36. Ao criar um filho sozinha, não dê tanta atenção para a opinião dos outros. Muita gente dará pitaco na sua vida, então aprenda a filtrar os conselhos realmente úteis.
  37. Defina metas pessoais. Não concentre toda a sua vida na criação dos filhos.
  38. Valorize os momentos fora de casa, nem que seja só caminhar um pouco na rua. Respire fundo e tente desacelerar.
  39. Pratique autocuidado. Não abandone seus hobbies, e tente tirar ao menos alguns minutos para si todos os dias. Pode ser para fazer meditação, skin care, tomar um banho mais demorado, etc.
  40. Faça as pazes com o passado. O relacionamento com o pai da criança foi um momento importante, mas não define o seu futuro.
  41. Seja flexível, e não tente controlar tudo. Criar um filho sozinha é entender que muitas coisas fogem do seu controle.  
  42. Não se compare. Isso aumenta o estresse e gera frustração. Ninguém é perfeito, por mais que pareça.
  43. Essa frase é clichê, mas: viva um dia de cada vez. Quando você estiver sobrecarregada com as suas obrigações, respire fundo e concentre-se apenas no dia de hoje.

mãe no sofá lendo com a filha, simbolizando o conceito de criar filho sozinha

Como criar filho homem sozinha?

Todas as dicas acima se aplicam para criar um filho homem sozinha (mulher também). Mas também precisa se atentar para alguns detalhes específicos sobre a educação dos meninos.

  1. Se você for separada, não prive o seu filho de ter uma relação saudável com o pai.
  2. Nunca fale mal do pai na frente dele. Além disso, evite envolver seu filho nos problemas do seu relacionamento.
  3. É normal seu filho perguntar sobre o pai. Não evite a conversa e responda com honestidade, adaptando as informações de acordo com a idade dele. 
  4. Se o pai do seu filho for uma pessoa tranquila e um bom exemplo, incentive a amizade entre os dois. 
  5. Deixe seu filho passar tempo junto com bons homens. Pode ser algum tio, irmão, ou primo seu, um professor bacana, ou alguém da igreja. Só precisa de alguém de confiança. É importante ele se conectar com alguém para aprender pelo exemplo.
  6. Não diga que o seu filho é o “homem da casa”. Muitas mães falam pra NUNCA fazer isso, porque coloca muita pressão em cima da criança ou adolescente. Você deve ensinar seu filho a ajudar em casa e a cuidar dos irmãos, mas ele não deve se sentir responsável pelo bem-estar da família.
  7. Confie em seu filho. Mantenha uma relação próxima, e dê liberdade para ele tomar decisões de acordo com sua idade. Não seja superprotetora! 
  8. Não tenha medo de expressar emoções ou se mostrar vulnerável. Isso ensina seu filho a lidar com os dias ruins, e mostra que ele não precisa ser invencível o tempo todo. Só tome cuidado para não sobrecarregá-lo.
  9. Passe o máximo de tempo junto com seu filho. Os interesses dele provavelmente são diferentes dos seus, então esta é a melhor forma de aprender sobre eles.
  10. Incentive a prática de atividade física. Além de ser saudável, ajuda a afastar o filho das telas, e também ensina sobre disciplina e alivia estresse.
  11. Se for alguma atividade em grupo, como futebol, ou arte marcial, também expõe seu filho a bons modelos de comportamento.
  12. Lembre que meninos mostram afeto e se conectam de forma diferente das meninas. Ter uma relação próxima com seu filho te ajudará a entender como funciona.
  13. Fazer atividades junto com ele é a melhor forma de criar laços. Pode ser atividade física, montar quebra-cabeças, jogar videogame, ou o que mais ele gostar.
  14. Deixe sua zona de conforto. Talvez você não goste de futebol, mas pode ser bacana aparecer na arquibancada para torcer por ele. 
  15. Ensine seus valores, mas deixe seu filho expressá-los como quiser. Respeite as diferenças dele.
  16. É importante seu filho ter seu próprio espaço. Se tiver como ele ter um quarto só dele, sem dividir com os irmãos, é melhor. 
  17. Quando chegar a hora de falar sobre sexo, ou outros assuntos delicados, se ofereça para ter a conversa, mas pergunte se ele quer falar com você, ou com outra pessoa de confiança. Alguns meninos preferem falar sobre essas coisas com homens.

mãe segurando o filho nos ombros, em uma atividade fora de casa

É difícil criar filhos sozinha?

Sim, criar filhos sozinha não é simples. Na verdade, ser mãe já é complexo. Sozinha, então, os desafios se multiplicam.

Os principais obstáculos são: 

  • Equilibrar família e trabalho.
  • Sobrecarga emocional.
  • Falta de suporte, inclusive financeiro.
  • Pressão para tomar todas as decisões.
  • Pouco tempo para cuidar da casa.
  • Estigma e julgamento.

bebê sentado no balcão, enquanto a mãe tenta trabalhar ao lado em u notebook, com uma expressão de dificuldade no rosto

Torne a vida do seu filho épica

O objetivo do Tomo dos Pais é te deixar mais tranquila, relaxada, e te ajudar a dar uma vida épica para o seu filho. Todas as semanas você recebe recomendações personalizadas direto no seu e-mail.

Poupa o seu tempo, te ajuda a educá-lo melhor, e apresenta sempre opções diferentes de atividades para fazer com ele.

Assine gratuitamente o nosso serviço!

Essa é a nossa forma de te apoiar um pouco nos desafios de criar um filho sozinha. 🤗 Tenho certeza que te ajudará a ter um tempinho livre na agenda. 

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